“Tenho preconceito contra o amor mudo. Aquele que não fala língua alguma, amor-autista, fechado em seu mundo pra não escapar, evaporar, perder-se. Amor com medo de amar. Amor que não conhece o Amor.”
“De todos os fins, alguns aparentemente eternos, vieram inevitáveis recomeços. Só então eu percebia o quanto os desfechos haviam sido generosos para me ajudar a fazer importantes correções de rotas.”
“Pratiquei a desistência e entendi que nela podem morar grandes conquistas.”
Cris Guerra, extraído do livro: Procurava o amor em jardins de cactos
