“Minha força é a da mostarda. Um grão.”
Adélia Prado
“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana.” (Jung) “Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas.” (Goethe) “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém.” (Paulo de Tarso) Aqui você encontrará textos de Psicologia, Autoconhecimento, Reflexões, Poesias, Espiritualidade, Músicas, Filmes, Livros e muito mais... Seja bem-vindo(a)! ♥
Eu sou uma eterna aprendiz. Aqui você vai acompanhar meu dia a dia. Sou psicóloga. Eu te vejo, eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim. Criei esse Blog, porque sou fascinada pela poesia e pela psicologia. Gosto de livros, filmes, músicas, autoconhecimento, espiritualidade, conversas que curam e de escrever. No link: Meus escritos, você encontrará meus textos autorais. Jung dizia: ''Quem olha para fora sonha. Quem olha para dentro desperta.'' Rubem Alves também dizia: ''Não haverá borboletas, se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.'' Compartilho aqui os textos que eu gosto, que tocam a minha alma, (“porque tu sabes que é de poesia minha vida secreta”), que façam refletir, questionar, analisar, que traga às vezes, desassossego e às vezes acalento. A informação, a reflexão e o despertar, é o caminho para a busca de sentido. Para que haja cura, é necessário o autoconhecimento e uma autoanálise. Sou casada há 24 anos e sou mãe de um jovem adulto. Quem quiser entrar em contato comigo, meu e-mail é: criszingaro@uol.com.br Saudações fraternas e paz a todos!
Boa tarde meus amores, quem me segue por aqui já sabe, que estamos preparando o almoço. E como sempre, também preparei um gin, um de morango e um de kiwi, para nós. Hoje, o calor está de matar, ainda mais que resolvemos mexer com fritura. Logo mais vai sair uns bifes à parmegiana no capricho.
Será que exageramos? Vai dar umas 2 assadeiras… 😂 Bom, mas o mais difícil já fizemos, que é temperar, empanar no ovo e na farinha de rosca e fritar. Depois vamos fazer o molho de tomate, jogar em cima, colocar a mussarela, levar ao forno para gratinar. E fazer um arroz. Cairia bem umas batatinhas fritas, na air fryer… Quem gosta? Mas agora, vou relaxar e tomar o meu gin. Daqui a pouco, nós continuamos a segunda etapa. 😉
Um lindo e abençoado sábado meus queridos! Fiquem com Deus, beijos 🫶🏻
E estamos escutando as nossas músicas! 🎶
Eu sou uma eterna aprendiz. Aqui você vai acompanhar meu dia a dia. Sou psicóloga. Eu te vejo, eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim. Criei esse Blog, porque sou fascinada pela poesia e pela psicologia. Gosto de livros, filmes, músicas, autoconhecimento, espiritualidade, conversas que curam e de escrever. No link: Meus escritos, você encontrará meus textos autorais. Jung dizia: ''Quem olha para fora sonha. Quem olha para dentro desperta.'' Rubem Alves também dizia: ''Não haverá borboletas, se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.'' Compartilho aqui os textos que eu gosto, que tocam a minha alma, (“porque tu sabes que é de poesia minha vida secreta”), que façam refletir, questionar, analisar, que traga às vezes, desassossego e às vezes acalento. A informação, a reflexão e o despertar, é o caminho para a busca de sentido. Para que haja cura, é necessário o autoconhecimento e uma autoanálise. Sou casada há 24 anos e sou mãe de um jovem adulto. Quem quiser entrar em contato comigo, meu e-mail é: criszingaro@uol.com.br Saudações fraternas e paz a todos!
Olá meus amores, bom dia!
Gente, imagine uma cidade pequena, daquelas onde o silêncio das ruas esconde segredos guardados a sete chaves por décadas. Em "His & Hers" (Deles & Delas), esse silêncio é quebrado por um assassinato brutal que coloca dois protagonistas magnéticos em uma rota de colisão perigosa.
De um lado, temos uma jornalista que retorna à sua cidade natal, fugindo de seus próprios fantasmas, apenas para se ver sugada pelo caso. Do outro, um detetive obstinado que tenta manter a ordem enquanto lida com uma conexão pessoal e mal resolvida com a repórter. O que torna tudo fascinante é a dualidade: a série brinca com as perspectivas "dele" e "dela", mostrando como a mesma verdade pode ter facetas completamente diferentes dependendo de quem está contando a história.
Interpretada pelos intensos Jon Bernthal e Tessa Thompson, a trama é um jogo de gato e rato psicológico. Não é apenas sobre descobrir quem está matando as pessoas, mas sobre desenterrar as camadas de mentiras que sustentam aquela comunidade. É uma história sobre obsessão, sobre como o passado nunca fica realmente enterrado e sobre como, às vezes, a pessoa que você mais conhece é a que mais tem algo a esconder.
A atmosfera é densa e carregada de uma eletricidade ambígua, onde cada olhar trocado entre os protagonistas sugere uma história não contada. Se você gosta de suspenses que te deixa desconfortável e intrigado na mesma medida, prepare-se para uma jornada onde a única certeza é que ninguém é totalmente inocente.
Ontem, nós maratonamos essa série, à noite, assistimos todos os episódios um atrás do outro, porque simplesmente estava viciante demais, de tão vidrados que ficamos com a história, e o final foi bem surpreendente! Essa é uma série que você fica pensando a toda hora, eu pelo menos, fui analisando todos os personagens, seus comportamentos, falas, trejeitos, mesmo assim me surpreendi com o enredo. Para quem gosta de um bom suspense, eu recomendo essa série.
Bjs, e um ótimo fim de semana, meus lindos! ❤️😉😘
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Vocês gostam de surpresa? Eu adoro! Ele trouxe para mim hoje… Um simples gesto, que vem do coração é uma dádiva. Gratidão, coração meu! ❤️ Você vai correr comigo na praia mais tarde… não vai escapar, não! 😅
“Eu gosto de delicadeza. Seja nos gestos, nas palavras, nas ações, no jeito de olhar… No dia a dia e até no que não é dito com palavras, mas fica no ar...”
Manuel Bandeira
Eu sou uma eterna aprendiz. Aqui você vai acompanhar meu dia a dia. Sou psicóloga. Eu te vejo, eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim. Criei esse Blog, porque sou fascinada pela poesia e pela psicologia. Gosto de livros, filmes, músicas, autoconhecimento, espiritualidade, conversas que curam e de escrever. No link: Meus escritos, você encontrará meus textos autorais. Jung dizia: ''Quem olha para fora sonha. Quem olha para dentro desperta.'' Rubem Alves também dizia: ''Não haverá borboletas, se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.'' Compartilho aqui os textos que eu gosto, que tocam a minha alma, (“porque tu sabes que é de poesia minha vida secreta”), que façam refletir, questionar, analisar, que traga às vezes, desassossego e às vezes acalento. A informação, a reflexão e o despertar, é o caminho para a busca de sentido. Para que haja cura, é necessário o autoconhecimento e uma autoanálise. Sou casada há 24 anos e sou mãe de um jovem adulto. Quem quiser entrar em contato comigo, meu e-mail é: criszingaro@uol.com.br Saudações fraternas e paz a todos!
“Homens e Mulheres desistem do relacionamento da mesma forma?”
“E elaboram ou ressignificam esse término igual?” Boa pergunta… vamos lá! 😉
Em relacionamentos afetivos, homens e mulheres nem sempre desistem da mesma forma. Não porque pertençam a universos opostos, mas porque foram socializados para sentir, expressar e lidar com o sofrimento de maneiras diferentes. Essas diferenças não são absolutas, mas aparecem com frequência suficiente para que a psicologia e a observação cotidiana as reconheçam como padrões.
Muitas mulheres começam a desistir silenciosamente. Antes de ir embora, elas costumam tentar, reparar, conversar, explicar, insistir em mudanças e, sobretudo, compreender e aceitar certos padrões. Algumas, perdoam muitas vezes, dão chances e tem mais paciência. É comum que passem por um longo período de desgaste interno, em que ainda estão fisicamente presentes, mas emocionalmente já iniciaram um processo de luto pela relação. Elas refletem, analisam comportamentos, revisitam conversas antigas, procuram sinais de desinteresse e tentam reorganizar o vínculo. Quando finalmente decidem partir, essa decisão geralmente não é impulsiva, mas fruto de um acúmulo de frustrações que foram sendo registradas como pequenas rachaduras, até que a estrutura afetiva não suportasse mais. Como elas são mais observadoras, elas percebem quando o outro está mais distante, mudou certas atitudes… não está tão presente assim, ou às vezes, o parceiro quer ir embora e está sem coragem de assumir isso. A mulher sabe, ela tem esse feeling, essa intuição, e pode facilitar as coisas para ele também, sem fazer alarde. Ela percebe com mais facilidade, que o relacionamento chegou num ponto insustentável para os dois. Assim, quando a mulher desiste, ela muitas vezes já chorou o suficiente, e tentou o que podia, enquanto ainda estava dentro desse relacionamento.
O homem, por sua vez, tende a desistir de maneira mais abrupta ou menos verbalizada. Muitos foram educados a reprimir emoções, a não demonstrar fragilidade ou sentimentos e vulnerabilidades, e a evitar confrontos emocionais profundos. Em vez de longas conversas sobre sentimentos, podem recorrer ao afastamento gradual, à evasão ou à substituição silenciosa do vínculo. Alguns homens não expressam claramente que estão infelizes; alguns sim, outros não; eles simplesmente param de investir, deixam de fazer planos, tornam-se menos presentes e, aos poucos, vão se desligando. Quando finalmente rompem, o gesto pode parecer repentino para a parceira, mas, internamente, também houve um processo de distanciamento, ainda que menos refletido ou verbalizado.
Existe ainda uma diferença na forma como cada um costuma processar o término. Muitas mulheres, após decidirem sair, mostram uma surpreendente firmeza, pois já passaram pelas fases de dúvida, dor e análise antes de tomar a decisão. Já alguns homens, que não elaboraram tanto durante o relacionamento, podem sentir o impacto emocional com mais força apenas depois que a separação se concretiza. É por isso que, em certos casos, parecem “seguir em frente” rapidamente no início, mas entram em um período de tristeza ou arrependimento mais tarde, quando a ausência se torna inegável e não há mais o conforto da rotina compartilhada.
Essas diferenças também estão ligadas à maneira como homens e mulheres foram ensinados a amar. Mulheres, em muitas culturas, são incentivadas a nutrir, cuidar, manter vínculos e investir na manutenção das relações. Homens, por outro lado, são frequentemente encorajados à autonomia, à independência emocional e à solução prática de problemas. Assim, enquanto a mulher tende a lutar mais tempo para salvar a relação, o homem pode interpretar o conflito como um sinal de falha irreparável ou como algo a ser evitado em vez de discutido.
Entretanto, é importante lembrar que essas características não são regras biológicas imutáveis, mas tendências moldadas por educação, experiências de vida e expectativas sociais. Há mulheres que se desligam rapidamente e homens profundamente comunicativos e persistentes. Cada indivíduo carrega sua própria história emocional, sua subjetividade, seus medos de abandono, suas formas de apego e sua capacidade de lidar com a frustração.
Desistir de um relacionamento, para ambos, raramente é um ato simples. Muitas vezes, é doloroso. Trata-se de uma ruptura de expectativas, de sonhos compartilhados e de identidades construídas a dois. A mulher que vai embora muitas vezes carrega o peso de ter tentado até o seu limite. O homem que se afasta frequentemente luta, em silêncio, com a dificuldade de reconhecer e expressar a própria dor. No fundo, ambos desistem por motivos semelhantes: falta de reciprocidade, desgaste emocional, perda ou ausência de esperança de mudança. O que muda é o caminho psicológico até esse ponto final.
Refletir sobre essas diferenças não serve para criar divisões, mas para aumentar a compreensão mútua. Quando entendemos que cada pessoa possui um ritmo emocional e uma forma particular de processar o amor e a perda, torna-se mais fácil enxergar o término, não como um fracasso pessoal, mas como o encerramento de uma história que, em algum momento, deixou de fazer sentido para pelo menos um dos envolvidos.
A pergunta sobre quem lida “melhor” com o término de um relacionamento é como tentar decidir quem sofre mais em um inverno rigoroso: quem chora no frio ou quem finge que não está sentindo nada. Ambos sentem, mas lidam com o desconforto de formas diferentes. O meu conselho sincero é: conversem, conversem sempre, tenham paciência um com o outro. Há várias formas de sair de uma relação e escolha a mais empática e madura possível… Não queira sair pisando nas pessoas ou maltratando-as. Essa, é uma das dores que dificilmente o tempo apaga, então tenham mais cuidado com o outro, na hora de irem embora. Porque há relacionamentos que podem acabar com a autoestima, a autoconfiança e trazer sentimentos de tristeza, melancolia e angústia para a pessoa. Algumas entram até em depressão. São relações tão destrutivas, às vezes, que internamente, desmorona tudo por dentro, não restando nada de bom… e até a pessoa se recuperar e se refazer novamente, demanda tempo… muito tempo. Então, saibam terminar com responsabilidade afetiva. O coração agradece! E, lembrem-se: algumas lições foram necessárias, pois só quem passa pelo entendimento de certos processos internos, é que consegue sair de certos abismos… E entendam uma coisa: não adianta insistir, somente onde há energia boa, paz, verdade e reciprocidade, que vocês, merecem ficar. Se não for assim, deixem ir… 🫶🏻
Eu sou uma eterna aprendiz. Aqui você vai acompanhar meu dia a dia. Sou psicóloga. Eu te vejo, eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim. Criei esse Blog, porque sou fascinada pela poesia e pela psicologia. Gosto de livros, filmes, músicas, autoconhecimento, espiritualidade, conversas que curam e de escrever. No link: Meus escritos, você encontrará meus textos autorais. Jung dizia: ''Quem olha para fora sonha. Quem olha para dentro desperta.'' Rubem Alves também dizia: ''Não haverá borboletas, se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.'' Compartilho aqui os textos que eu gosto, que tocam a minha alma, (“porque tu sabes que é de poesia minha vida secreta”), que façam refletir, questionar, analisar, que traga às vezes, desassossego e às vezes acalento. A informação, a reflexão e o despertar, é o caminho para a busca de sentido. Para que haja cura, é necessário o autoconhecimento e uma autoanálise. Sou casada há 24 anos e sou mãe de um jovem adulto. Quem quiser entrar em contato comigo, meu e-mail é: criszingaro@uol.com.br Saudações fraternas e paz a todos!
“A capacidade de enxergar a beleza em cada amanhecer é um alimento que nos dá energia para o dia todo.”
Rosi Coelho
“Por uns minutinhos só, não puxe assunto, não pegue o celular, não abra a geladeira, não brinque com o cachorro, não quebre o silêncio, não ligue a TV, não corra pra janela, não mexa nos guardados. Por uns minutinhos só, não busque a revista, não pegue a vassoura, não faça a receita, não abra o livro, não ligue pra alguém, não tire um cochilo, não ouça a música. Por uns minutinhos só, aprecie a delícia de apenas estar com você.”
Ana Jácomo
Bom dia meus amores! Que seja uma sexta-feira leve, feliz, abençoada e cheia de amor… Um lindo dia para nós. Já agradeceram hoje? A paz que tanto queremos e buscamos já está dentro de nós, ela precisa ser mantida e renovada diariamente. Vem… 🫶🏻
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“Que a gente aprenda a falar sobre o que nos dói, o que nos sufoca, o que nos fragiliza, o que nos desrespeita, o que nos limita até que não precisemos mais falar para sermos ouvidas… Nenhuma semente de amor é infértil, o que pode ser infértil é o solo onde você a planta, a semente, jamais. Plantou e não nasceu? Não desperdice mais tempo, recolha as suas sementes e vá plantar em outro lugar… Amor-próprio é quando nos amamos ao ponto de não aceitar nenhum amor que seja menor que o que temos por nós mesmos…”
Edna Frigato
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“Entenda-me. Eu não sou como um mundo comum. Eu tenho a minha loucura, eu vivo em outra dimensão e eu não tenho tempo para coisas que não têm alma.”
Charles Bukowski
“As pessoas me cansam, estão sempre se sentido insultadas. Se você não as alimenta com o que elas querem ouvir, logo tomam tudo como uma afronta.”
Charles Bukowski
“Gosto de pessoas que carregam uma tempestade na alma. Aquelas que sofreram a vida inteira. Aquelas que têm algo para contar.”
Charles Bukowski
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“Cristiane a minha mãe está viúva há dois anos, ficou casada mais de vinte anos com o meu pai. E agora resolveu arrumar uma namorada, quase da mesma idade que ela. Ela sempre foi lésbica? Tem cabimento isso?”
Olá… Então, minha querida, eu entendo perfeitamente a sua preocupação, e talvez a sua frustração, mas tente entender uma coisa… Eu acho tão lindo quando as pessoas assumem a própria verdade, dignidade e respeito por si mesmas, pois não é fácil num mundo tão cheio de preconceitos, tabus, julgamentos e moralidade. E é necessário muita maturidade para esses enfrentamentos, além de autoconhecimento, ter consciência dos próprios valores, sentimentos, das consequências disso e de se libertarem dos julgamentos dos outros e o próprio (que muitas vezes é bem mais cruel)… então, é um caminho árduo e nada fácil, se despir de todas as máscaras e assumir-se quem se é! Pois, é necessário muita força e coragem! Minhas palmas para a sua mãe! 👏👏🫶🏻
Sabe, muitas vezes o ser humano pode tornar-se intolerante sem se dar conta disso. Por exemplo: Se eu defendo respeito, igualdade, dignidade e direitos… mas, quando o outro vai exercer esse papel, eu discordo dele, há uma incoerência nisso. Você não acha? Reflita sobre isso. E quer saber mais? A sua mãe não tem nenhuma obrigação de te explicar nada… nem suas escolhas, decisões, preferências, sonhos, desejos, aparência, a vida é somente dela, então, sua mãe, meu amor, não lhe deve nada… Quer ajudá-la? Então, respeite, acolha e dê amor. Faça o seu melhor.
Não dá para dizer x e se comportar como y. As pessoas tem o direito de ser quem são, porque se não for assim… elas adoecem. Por isso, eu repito aqui: sua mãe está vivendo em congruência com o que ela acredita, sente e faz. Quantos vivem por aí, sem essa coragem?
Ela quebrou tabus… e isso incomoda e choca as pessoas. Talvez, para você seria menos sofrido, se ela não tivesse tirado as máscaras, ou não tivesse descoberto novas formas de viver a própria vida. Porém, a vida é dela e ela tem esse direito, de viver da forma que quiser. Se ela continua lúcida, trabalhando e vivendo a vida dela, não vejo problema nenhum nisso. O único problema aqui é o preconceito, querer controlar a vida do outro e não aceitar que o outro tenha mudado seu jeito de pensar e agir, perante o mundo. Essa diversidade precisa ser respeitada. Se você não aceitar isso, você vai sofrer e muito, pois nem tudo na vida é conforme a gente quer ou deseja.
Situações como essa parecem, à primeira vista, uma reviravolta brusca no roteiro da vida, quase como se alguém tivesse mudado de personagem no meio da peça. Mas, quando olhamos com mais atenção, percebemos que a sexualidade humana raramente é tão fixa e previsível quanto os rótulos sugerem ou quanto acreditamos.
Uma primeira possibilidade, é que sua mãe sempre tenha sentido atração por outras mulheres, mas nunca tenha reconhecido ou permitido que isso viesse à tona. Durante décadas, muitas pessoas viveram em contextos sociais onde a heterossexualidade era considerada o único caminho aceitável. Ou seja, muitas mulheres foram socializadas a acreditar que amar homens não era apenas uma escolha comum, mas uma obrigação cultural. Nesse cenário, casar-se com um homem, não significa necessariamente ausência de outras orientações, mas sim adaptação ao que era imposto e esperado.
Outra explicação possível é que a orientação sexual não é uma linha reta imutável, mas um campo mais flexível, capaz de mudar ao longo da vida. Não se trata de “virar” algo de repente, mas de uma reorganização de desejos e afetos que já tinham potencial para existir. Por exemplo: a sexualidade feminina pode ser mais sensível ao contexto emocional e relacional do que a masculina.
Também existe o fator da liberdade tardia. Após vinte anos de casamento, a identidade de alguém está profundamente entrelaçada com papéis sociais: esposa, mãe, parceira, cuidadora. A viuvez, apesar da dor, pode funcionar como uma ruptura estrutural nesses papéis, abrindo espaço para uma redescoberta pessoal. O sociólogo Anthony Giddens, ao falar sobre a modernidade e os relacionamentos, descreve como as pessoas, ao longo da vida, passam por processos de “reflexividade do eu”, em que reavaliam quem são, o que desejam e quais histórias querem contar sobre si mesmas. E segundo Giddens, o nosso “eu” nunca é estático, ele vai se reorganizando, moldando, conforme as experiências da vida.
Há ainda um ponto importante: orientação sexual não é apenas sobre com quem se dorme, mas sobre com quem se cria vínculo emocional profundo. Algumas mulheres relatam que, após a morte do marido, ao se aproximarem de outras mulheres em contextos de apoio emocional, amizade ou luto compartilhado, perceberam sentimentos que nunca haviam nomeado. Não porque esses sentimentos não existissem antes, mas porque nunca tiveram espaço seguro para serem percebidos.
Freud, apesar de suas limitações e críticas, já dizia que a sexualidade humana possui uma dimensão potencialmente bissexual em sua origem, e que a cultura, a educação e as experiências vão moldando como esse potencial se expressa. Hoje, muitos psicólogos não adotam essa teoria freudiana literalmente.
Então, quando alguém que foi casada por décadas com um homem, passa a se relacionar com mulheres, não há uma única explicação universal. Pode ser: uma orientação lésbica ou bissexual que sempre existiu, mas foi reprimida ou ignorada. Uma sexualidade fluida que mudou com o tempo e as experiências. Uma descoberta tardia possibilitada por novas condições de liberdade emocional, financeira e social. Ou uma combinação de tudo isso.
O mais importante é entender que isso não é necessariamente uma “mentira” vivida no passado, nem uma “confusão” no presente. Pessoas podem amar sinceramente em diferentes fases da vida e, ainda assim, descobrir outras formas de amar depois. A identidade humana não é um bloco de pedra esculpido na juventude; é mais parecida com argila que continua sendo moldada pelas mãos do tempo, das perdas, dos encontros e das perguntas que só surgem quando a vida nos obriga a recomeçar.
Esse tipo de história provoca curiosidade porque desafia a narrativa simples que aprendemos desde cedo: a de que a orientação sexual é fixa, clara e revelada ainda na juventude. Quando alguém passa décadas em um casamento heterossexual e, depois da viuvez, se envolve com mulheres, parece que houve uma virada dramática de roteiro. Mas, na realidade, pode ter sido apenas o momento em que uma história interna finalmente encontrou espaço para ser vivida.
Um conceito muito útil para aprofundar essa discussão é o de identidade narrativa, trabalhado pelo filósofo Paul Ricoeur. Ele defendia que nós construímos quem somos como quem escreve um romance sobre si mesmo, reinterpretando o passado à luz do presente. Isso significa que a pessoa não está apenas “mudando de orientação”, mas reorganizando a própria história, reinterpretando sentimentos antigos que talvez, na época, não tinham linguagem para existir. O passado não muda, mas o significado que damos a ele pode mudar profundamente.
Adrienne Rich, ao falar de heterossexualidade compulsória, destacou que muitas mulheres não apenas se relacionavam com homens por pressão social, mas também porque lhes faltavam modelos de vida alternativos. Em outras palavras, não é que essas mulheres “sabiam e esconderam”; muitas sequer tinham as ferramentas culturais para reconhecer a possibilidade de desejar outras mulheres. Sem exemplos, sem vocabulário, sem validação social, certos sentimentos passam despercebidos, como estrelas que estão no céu, mas invisíveis em uma noite cheia de luz artificial.
A psicóloga Lisa Diamond foi ainda mais longe ao estudar mulheres que mudaram de identidade sexual ao longo da vida. Ela observou que algumas dessas mulheres não relataram ter escondido desejos por mulheres no passado. Em vez disso, elas descreviam uma sensação de descoberta genuína, como se novas formas de afeto surgissem em resposta a novas relações específicas. Diamond chamou isso de “plasticidade erótica”, uma capacidade de resposta do desejo a contextos emocionais, vínculos e experiências. Não é que a pessoa estivesse fingindo antes, mas que o desejo não é uma estátua de mármore; ele pode ser mais parecido com uma planta que cresce em direção à luz disponível.
Há também um fator existencial profundo ligado ao luto. A morte de um parceiro de longa data provoca não apenas tristeza, mas uma desorganização da identidade. A filósofa Simone de Beauvoir escreveu, em “A Velhice”, que o envelhecimento e a perda obrigam o indivíduo a reconstruir a própria posição no mundo. A viúva deixa de ser esposa, e isso não é apenas uma mudança de estado civil, mas uma mudança de papel social, de rotina, de espelho emocional. Nesse espaço de reconstrução, muitas pessoas se permitem experimentar aspectos de si mesmas que antes estavam adormecidos.
Outro autor interessante para pensar esse fenômeno é Michel Foucault. Ele argumentava que as categorias de identidade sexual, como “heterossexual” e “homossexual”, são construções históricas relativamente recentes. Antes do século XIX, as pessoas eram julgadas mais pelos atos do que por uma identidade fixa. Foucault sugeria que, quando passamos a classificar pessoas de forma rígida, começamos a esperar que elas permaneçam coerentes com esse rótulo por toda a vida. Quando alguém muda, sentimos estranhamento, mas esse estranhamento talvez diga mais sobre nossas categorias do que sobre a pessoa em si.
Existe ainda uma dimensão emocional delicada: algumas mulheres relatam que seus casamentos foram felizes e amorosos, mesmo que depois tenham se apaixonado por outra mulher. Isso desafia a ideia de que só se pode amar um gênero de forma “verdadeira”. O psicanalista Donald Winnicott falava da importância de um ambiente que permita ao indivíduo ser “verdadeiro consigo mesmo”. Em certos contextos, a pessoa consegue viver uma parte autêntica de si, mas não todas. Só mais tarde, em novas circunstâncias, outras partes ganham espaço para existir.
Também não se pode ignorar o papel das mudanças sociais. Nas últimas décadas, a visibilidade e a aceitação de relações entre mulheres aumentaram em muitos lugares. Isso cria um efeito de espelho social, quando vemos outras pessoas vivendo algo, percebemos que aquilo também é uma possibilidade para nós. O sociólogo Peter Berger descreveu a sociedade como um processo de construção social da realidade, onde o que é considerado possível ou impossível depende do mundo simbólico ao nosso redor.
Portanto, quando uma mulher viúva de um casamento longo passa a se relacionar com mulheres, não existe uma explicação única e definitiva. Pode ter havido desejos antigos nunca reconhecidos, pode ter ocorrido uma mudança gradual na orientação, pode ter sido uma descoberta despertada por um vínculo específico, ou simplesmente uma liberdade que só chegou depois de décadas de papéis rígidos. Em muitos casos, é uma mistura de tudo isso, uma espécie de mosaico emocional montado ao longo de uma vida inteira.
Talvez a pergunta mais profunda não seja “ela já era antes ou virou depois?”, mas sim: por que esperamos que as pessoas permaneçam exatamente as mesmas do início ao fim da vida?
A experiência humana é menos uma linha reta e mais um rio que muda de curso conforme encontra novas pedras, novas margens e novas chuvas. E, às vezes, só depois de uma grande perda é que alguém descobre que existiam outros caminhos possíveis para a real felicidade. Por isso, cada um sabe o que é melhor para si, como já alertava Freud. Se despir dos julgamentos, dos preconceitos e da moralidade social é o melhor caminho. A aceitação é saber lidar com isso e respeitar as pessoas na sua totalidade, diferenças e escolhas. Não queira julgar a sua mãe, queira entendê-la e abrace suas novas nuances. O relacionamento poderá ser muito melhor agora do que já foi um dia… Ame sem pudores ou recalques, esse é o verdadeiro amor… aceite o outro como ele é. Infelizmente, num mundo machista, sexista, e cheio de ódio e homofobia, eu sei qual é a sua preocupação… mas se a sua mãe escolheu viver assim, é porque pra ela faz sentido… deixa ela ser feliz! Certas loucuras, a pessoa só tem coragem de enfrentar com muita bagagem de vida, vontade de ser feliz e maturidade. A vida é curta meu bem, a vida é muito curta… E que cada um cuide de sua própria vida… e sem preconceitos ou julgamentos!
O que você escolheria? Sua mãe infeliz ou feliz por estar vivendo um momento que escolheu para si? Repense sobre isso. 😘😉
Meu conselho sincero para todos: Nunca perca a sua essência, a vida é sobre quem você é, e jamais o que pensam sobre você… O segredo da saúde mental é ser você mesmo, a prisão, é querer ser quem você não é e ficar se comparando aos outros… vai viver e ser feliz! As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida! 🫶🏻
Obs.:Quanto mais polêmico for um tema, mais eu vejo a necessidade de trazer um embasamento teórico para vocês. Não pense vocês, que é fácil elaborar assim um tema tão complexo e cheio de tabus, sinto que esse é um tema inesgotável e que vai da particularidade de cada um, aqui são apenas suposições e conjecturas. Não tem como eu afirmar algo, sem conhecer a pessoa. Que fique muito claro isso. 😘
Eu sou uma eterna aprendiz. Aqui você vai acompanhar meu dia a dia. Sou psicóloga. Eu te vejo, eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim. Criei esse Blog, porque sou fascinada pela poesia e pela psicologia. Gosto de livros, filmes, músicas, autoconhecimento, espiritualidade, conversas que curam e de escrever. No link: Meus escritos, você encontrará meus textos autorais. Jung dizia: ''Quem olha para fora sonha. Quem olha para dentro desperta.'' Rubem Alves também dizia: ''Não haverá borboletas, se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.'' Compartilho aqui os textos que eu gosto, que tocam a minha alma, (“porque tu sabes que é de poesia minha vida secreta”), que façam refletir, questionar, analisar, que traga às vezes, desassossego e às vezes acalento. A informação, a reflexão e o despertar, é o caminho para a busca de sentido. Para que haja cura, é necessário o autoconhecimento e uma autoanálise. Sou casada há 24 anos e sou mãe de um jovem adulto. Quem quiser entrar em contato comigo, meu e-mail é: criszingaro@uol.com.br Saudações fraternas e paz a todos!
Às vezes a vida parece um disco arranhado: a música continua, mas o trecho que mais machuca insiste em tocar de novo. Mudam os cenários, os rostos, até as promessas que fazemos a nós mesmos, mas o enredo se repete. Relacionamentos semelhantes, erros semelhantes, frustrações com a mesma textura. Essa sensação de “já estive aqui antes” não é superstição nem destino místico. Muitas vezes é psicologia em movimento.
O ser humano não vive apenas no presente. Carrega consigo um arquivo invisível de experiências, memórias e emoções que moldam a forma como percebe e reage ao mundo. Freud chamou isso de compulsão à repetição: uma tendência inconsciente de recriar situações antigas, especialmente aquelas que não foram bem resolvidas. Segundo ele, repetimos não porque queremos sofrer, mas porque o psiquismo tenta, de forma quase teimosa, reencenar a história na esperança de finalmente controlá-la ou resolvê-la.
Imagine alguém que cresceu em um ambiente onde precisava sempre provar seu valor para receber atenção. Na vida adulta, essa pessoa pode, sem perceber, escolher parceiros frios ou chefes exigentes. Não é que ela “goste” disso. É que essa dinâmica é familiar, quase confortável em sua previsibilidade. O cérebro prefere o conhecido ao saudável. Como escreveu Carl Jung, “aquilo que você resiste, persiste”. Para Jung, os padrões que ignoramos ou negamos, acabam voltando, disfarçados em novas situações, até serem reconhecidos e integrados à consciência.
Esses ciclos não se limitam a relacionamentos. Há quem repita padrões financeiros, sempre gastando impulsivamente após períodos de economia; ou padrões profissionais, trocando de emprego com frequência por conflitos semelhantes com autoridade. É como se a vida oferecesse versões diferentes da mesma prova, esperando que a pessoa finalmente mude a resposta.
Mas por que é tão difícil quebrar esses ciclos? Porque eles operam em camadas profundas, onde razão e lógica têm pouco alcance. O cérebro humano busca coerência interna. Se alguém aprendeu, ainda criança, que não merece amor ou que precisa se sacrificar para ser aceito, qualquer situação que confirme essa crença parece estranhamente “correta”. O psicólogo Aaron Beck descreveu essas ideias como crenças centrais, estruturas mentais que funcionam como lentes através das quais interpretamos a realidade. Sem perceber, a pessoa seleciona e interpreta acontecimentos de modo a reforçar essas crenças, mantendo o ciclo em funcionamento.
Romper padrões repetitivos começa com algo simples na aparência e complexo na prática: consciência. Não basta sentir que “algo sempre dá errado”. É preciso observar os detalhes. Quais situações se repetem? Que tipo de pessoas você costuma atrair? Em que momento das histórias o problema surge? Esse tipo de reflexão transforma o que parecia azar em padrão, e padrões podem ser modificados.
Um exemplo concreto: alguém percebe que, em todos os seus relacionamentos, começa muito envolvido, idealiza o parceiro e ignora sinais de alerta. Meses depois, sente-se decepcionado e abandonado. Ao reconhecer esse roteiro, a pessoa ganha a possibilidade de agir diferente na próxima vez. Talvez desacelerar no início, talvez prestar mais atenção aos próprios limites. O ciclo começa a se romper no instante em que a reação automática é substituída por uma escolha consciente.
Outra etapa importante é tolerar o desconforto da mudança. Padrões repetitivos são familiares, e o familiar transmite segurança, mesmo quando é doloroso. Mudar significa entrar em território emocional desconhecido. Recusar um relacionamento que lembra antigos parceiros, dizer “não” a um pedido que antes seria aceito, ou permanecer em um emprego estável, em vez de fugir diante do primeiro conflito pode gerar ansiedade. Paradoxalmente, quebrar ciclos muitas vezes faz a pessoa se sentir pior no curto prazo, porque está abrindo mão do roteiro conhecido.
Há também um aspecto narrativo nisso tudo. Cada pessoa constrói, ao longo da vida, uma história sobre quem é e sobre o que pode esperar do mundo. Alguns se veem como eternas vítimas, outros como salvadores, outros como fracassados em potencial. Essas narrativas orientam escolhas quase como um roteiro invisível. O filósofo Paul Ricoeur falava da identidade como algo que contamos a nós mesmos em forma de história. Quando a história é sempre a mesma, os capítulos tendem a repetir os mesmos conflitos.
Parar de repetir ciclos, portanto, não é apenas mudar comportamentos isolados, mas revisar a própria narrativa. Em vez de “sempre me decepcionam”, talvez a pergunta passe a ser: “por que eu continuo escolhendo pessoas que não podem me oferecer o que desejo?”. Essa mudança de foco devolve à pessoa um senso de autoria sobre a própria vida.
Isso não significa que tudo está sob controle ou que basta força de vontade para reescrever padrões antigos. Muitas dessas repetições estão ligadas a feridas emocionais profundas, e por isso processos como psicoterapia são tão eficazes. Em um espaço terapêutico, o passado deixa de ser apenas lembrado e passa a ser compreendido, o que enfraquece sua capacidade de se repetir no presente.
Por fim, reconhecer ciclos repetitivos é um ato de coragem e paciência. É admitir que, às vezes, não é o mundo que muda de rosto para nos perseguir, mas nós que continuamos caminhando em círculos, atraídos por caminhos que já conhecemos. A boa notícia é que círculos podem ser interrompidos. Basta um passo em direção diferente, um gesto que nunca foi feito antes, e o que parecia destino revela-se apenas hábito.
Quebrar ciclos não transforma a vida em uma linha reta e perfeita. Ainda haverá erros, perdas e desvios. Mas, pouco a pouco, a história deixa de ser uma repetição automática e passa a se parecer mais com uma narrativa em construção, onde o protagonista finalmente percebe que pode escrever capítulos inéditos. E essa descoberta, silenciosa e poderosa, é muitas vezes o começo de uma liberdade que antes parecia impossível. Amadurecer é reconhecer os próprios padrões e, mesmo com medo, decidir não repeti-los outra vez. É adquirir coragem para iniciar um novo capítulo.
Eu sou uma eterna aprendiz. Aqui você vai acompanhar meu dia a dia. Sou psicóloga. Eu te vejo, eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim. Criei esse Blog, porque sou fascinada pela poesia e pela psicologia. Gosto de livros, filmes, músicas, autoconhecimento, espiritualidade, conversas que curam e de escrever. No link: Meus escritos, você encontrará meus textos autorais. Jung dizia: ''Quem olha para fora sonha. Quem olha para dentro desperta.'' Rubem Alves também dizia: ''Não haverá borboletas, se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.'' Compartilho aqui os textos que eu gosto, que tocam a minha alma, (“porque tu sabes que é de poesia minha vida secreta”), que façam refletir, questionar, analisar, que traga às vezes, desassossego e às vezes acalento. A informação, a reflexão e o despertar, é o caminho para a busca de sentido. Para que haja cura, é necessário o autoconhecimento e uma autoanálise. Sou casada há 24 anos e sou mãe de um jovem adulto. Quem quiser entrar em contato comigo, meu e-mail é: criszingaro@uol.com.br Saudações fraternas e paz a todos!
https://youtu.be/S8_XO1L3on4?si=OH59nI_jfV54WGu_
Boa tarde, meus amores! Eu gosto muito das entrevistas com a Andréa Vermont, admiro muito o trabalho dela, como psicanalista. ❣️😉😘 Uma abençoada tarde para nós.
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“Eu não busco mais pela felicidade. O que me move agora é a paz. A felicidade é fragmento: lampejos, pequenas fagulhas que se acendem e se apagam. A paz, não. A paz é soberana. É estado de espírito. É farol constante que ilumina e direciona. Por isso, hoje, o meu maior desejo é simples e imenso: acordar em paz, dormir em paz. Sentir contentamento no lugar onde vivo… na pessoa que me tornei.”
Wandy Luz
Bom dia! Você sabia que é no seu silêncio que você se ouve, repensa a sua vida e olha para seus próprios sentimentos, pensamentos, emoções, padrões de comportamentos e o que é necessário ser feito para mudar? O que anda se repetindo na sua vida? Quais são seus gatilhos? Não adie esse encontro consigo mesmo. Fique sozinha e aproveite sua própria companhia. Isso chama-se solitude. Esses momentos de introspecção são necessários… para orar, agradecer e refletir…
Que seja um lindo dia para nós, com paz, saúde, bênçãos e proteção! 🫶🏻
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https://youtu.be/1hxTEevzPQk?si=wS7rkGUKn0tAMM8Y
Esse vídeo acima 👆 é ótimo e muito esclarecedor, tanto para os homens quanto para as mulheres, pois há muitas pessoas por aí com traços narcisistas ou com o Transtorno de Personalidade Narcisista. E esses padrões, dificilmente se atenuam com a terapia, somente quem tem o traço, e não apresenta o Transtorno, que poderá ser beneficiado com a terapia. Então, não ignore esses sinais importantes, dentro de qualquer relacionamento, pois a sua saúde mental agradece. Desenvolva sua autonomia emocional e se priorize, sempre! Fuja de relacionamentos com manipulações, jogos de poder, triangulação e controle. 😉
“Ah, menina, seu brilho é único. Tenha orgulho de você. Afinal, nem todos os dias foram bons, mas mesmo assim, você continua tentando. Sua evolução é constante. Nunca deixe que nada e nem ninguém tire esse brilho que você tem.”
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Simplifique a vida e ganhe paz: se você não faria, não tolere quem faça. Se você dá prioridade, não aceite ser a última opção. Se você respeita, não permita que te desrespeitem. Se você não faria alguém sofrer, não conviva com quem faça.
Ponto.
Pamela Camocardi
E lá vamos nós para mais uma semana, que seja leve, que tenha amor, paz, saúde, boas energias e muitas bênçãos! Bom dia! ❣️
Nossa, hoje no carro, escutei essa música, fazia tempo que não ouvia, tocou na rádio… adoro!
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“Tirou os chinelos. Sentiu a areia. Admirou o mar. Abriu um sorriso. E se sentiu em casa.”
@precisavaescrever
Bom dia meus amores! Um feliz e abençoado domingo para nós! ❤️ Hoje eu só quero agradecer! 🙏
O mantra do dia é: Aonde quer que eu vá eu só encontro o amor, a paz e a felicidade. Tudo o que eu preciso saber me é revelado.
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Boa tarde, minha gente linda de luz! Eu fiz hoje no almoço o filé mignon com molho de gorgonzola, lembram, que eu comentei, na semana passada? Pois é, o pessoal aqui em casa gosta, e até que ficou gostoso… E é muito fácil de fazer. Tempere os filés com sal e pimenta do reino. Deixa a frigideira bem quente, para o filé não soltar água, coloque um pouco de azeite, o filé precisa fazer aquele barulhinho xiiiiii… vai fritando de 2 a 3 no máximo, não pode soltar água. Na mesma frigideira que você fritar a carne, eu não fritei na manteiga, mas pode se quiser, eu usei azeite… e eu faço mais ao ponto para mal passada, não deixo “sola de sapato” não… mas é o meu gosto pessoal (fica dourada por fora e suculenta por dentro), depois reserva, e na mesma panela colocar cebola, alho, azeite, se precisar e deixar dourar, colocar o gorgonzola picado e uma caixinha de creme de leite. E assim que engrossar um pouco, misturar os filés e está pronto. Um arroz e uma batata palha e não precisa de mais nada. Ou se você, não quiser exagerar, comer só o filé com o molho e uma saladinha, fica bom também. Hoje, eu dispensei a salada. Eu fiz uns drinks sem álcool também, porque mais tarde eu vou sair, e direção com álcool não combinam, né? rsrs Então, hoje eu só fiz com (maracujá, limão, gelo e usei H2OH! de limoneto). Ficou bem refrescante.
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"Senhor, olhai por nós e por nossa família. Cuida dos nossos passos e guia nosso caminho. Ilumina nossa vida e vigia nossa saúde. Abençoa a saúde de nossos familiares. Derrama sua benção e misericórdia em nós. Perdoa nossas faltas e nos ensina a sermos melhores. Cuida das feridas da nossa alma e cicatriza as dores inevitáveis e diárias. Acalma nossos corações e faz repousar nossa pressa. Mostra-nos a importância do silêncio e do perdão. Não solte nossas mãos. Preencha nossos vazios e nos encha de bondade. Nos ensina do seu amor e da sua gratidão.”
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https://youtu.be/nhNSNQitmX8?si=OQhSuwgNshP6g-5D
Gente do céu, eu ri demais quando eu assisti esse vídeo👆, é pura verdade! Eu também sou da geração X, e as gerações que vem depois da nossa, estão cheias de mimimi… rsrs
Olha, uma vez, eu não sei se já contei essa história aqui, mas vamos lá… no ensino fundamental eu apanhei da professora, na sala de aula, levei umas chineladas dela, eu e mais uns… vocês acham que eu ia chegar em casa e falar isso para a minha mãe? Jamais, minha mãe do jeito que era, com certeza ia dar razão para a professora… rsrs e ainda ia me colocar de castigo, fora que eu ia escutar um monte… E eu sou traumatizada por causa disso? Claro que não, eu dou é muita risada… Eu tenho que admitir, que eu era arteira, matava aula, conversava demais, escondia no banheiro… vixi, a gente aprontava. Hoje, os professores não tem voz, coitados, e sofrem nas mãos dos adolescentes e dos pais, que acham que os filhos podem tudo!
E nós estamos aqui, vivos e felizes, com histórias para contar porque vivemos muito. E aproveitamos… Por isso, que o filme do Ferris para mim é inesquecível, adoro aquele filme até hoje… “Curtindo a Vida Adoidado”… 😅
Geração X, alguém mais por aí? 🙋♀️
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Bom dia, bom dia, bom dia! Como vocês estão? Preparados para o fim de semana? Gente acho que pela primeira vez nesse ano de 2026, eu treinei todos os dias dessa semana e se estiver sobrando ânimo até às 18h, vou de novo… 💪
Me sinto tão bem… Às vezes, o teu bom humor desagrada algumas pessoas, e quer saber? Continue sendo você! Sabe eu tenho uma vizinha tão especial e alto astral e vocês acreditam que um outro vizinho se incomodou com a música alta que ela escutava todas as manhãs? Isso é o cúmulo da chatice… qual é o problema, escutar música alta às 11h da manhã? A música dela não vai para os apartamentos não, você só escuta a música alta dela quando está no corredor, para pegar o elevador, mas mesmo assim, tem gente que se incomoda com a felicidade alheia! Quando eu fico sabendo dessas coisas, o meu mundo fica mais triste… eu estou com saudade das músicas dela, ela mora no meu andar e nós temos o mesmo gosto musical… 🎶
Lindo isso…👇
“Se alguém por mim perguntar, avisem que fui por ai passear, bicicletar, arvorar, poemar, escrevinhar, espreguiçar, admirar, aproveitar, adocicar, catar flores, cantarolar, palavrear e amorar.”
Ita Portugal
“Meus queridos amigos, por que brigamos? Por que nos orgulhamos uns contra os outros? Por que não esquecemos as ofensas? Vamos, simplesmente, ao jardim, passear, brincar e nos divertir: amemo-nos, cumprimentemo-nos, abracemo-nos, abençoemos a vida.”
Dostoiévski
E hoje vamos de música? Essa vai em homenagem a minha vizinha… ❣️Quero que ela volte a ser feliz e volte a escutar as suas músicas preferidas… 🥰
https://youtu.be/o-0ygW-B_gI?si=NipulWcDzxBIkxG9
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Olá minha gente linda, boa tarde! A diferença entre o remédio e o veneno está na dose. Então, perceba se você está saindo do seu equilíbrio… Nem 8 nem 80, entende? Achei essa pergunta bem pertinente…👇
“Como controlar um desejo, um impulso, um vício?” Vamos entender primeiro o que é o vício.
Para Freud, o comportamento humano é movido por desejos inconscientes e por conflitos não resolvidos. Quando um desejo é reprimido ou não encontra satisfação simbólica, ele pode retornar de forma distorcida, aparecendo como sintoma, repetição ou excesso. Assim, aquilo que parece ser “demais” na superfície pode ser, na verdade, uma tentativa de preencher algo que falta no plano psíquico.
Por exemplo: excesso de consumo pode encobrir carência afetiva. Excesso de controle pode esconder medo e insegurança.
Todo desejo precisa ser redirecionado para você não adoecer. E jamais negado.
Pensando nisso, gostaria que você entrasse em contato com você, arrancasse todas as máscaras e fosse sincero… o que você anda reprimindo que está transbordando? Ou seja, indo além da borda e que já estrapolou para o vício? Faça essa reflexão sincera sobre si mesmo.
E depois disso, vamos além… Para eu responder essa pergunta, preciso que você entenda sobre neuroplasticidade.
Eu entendi o seu vício e se ele realmente está te trazendo um sofrimento significativo, chegou a hora de ter consciência, vontade e criar caminhos para mudá-lo. E não importa qual seja esse vício, aqui meus amores, não cabe nenhum julgamento. Todo vício pode ser reelaborado ou ressignificado dessa mesma forma, qualquer vício (álcool, tabaco, alimentação, drogas, pornografia, jogos, compras, sexo, internet, trabalho, medicamentos, etc). Vamos entender esse processo.
Isso significa que hábitos e vícios não são apenas psicológicos. Eles têm base biológica mensurável.
Em termos simples: O cérebro aprende o vício como se fosse uma habilidade importante. Então, da mesma forma que ele aprende, ele também pode “desaprender”? Sim! Como? Substituindo um comportamento autodestrutivo por um comportamento saudável. E como fazer isso?
Uma das formas mais eficazes para mim, seria terapia, meditação, respiração diafragmática e exercício físico. O qual você gostar mais, e se você não tiver resultados, entraria com um acompanhamento médico com o psiquiatra, para tomar medicações, como por exemplo: um ansiolítico ou um antidepressivo, ou um que ele lhe receitar. Os mesmos mecanismos que criam o vício podem ser usados para desfazê-lo. Mudanças comportamentais, terapia e abstinência produzem novas adaptações neurais.
Então, pensa comigo, se o nosso cérebro tem essa capacidade de criar e reorganizar novas conexões neurais, então tudo o que você focar e fizer vai crescer. E aquilo que você deixar de focar e deixar de fazer, vai enfraquecer ou desaparecer. Sabendo disso, está nas suas mãos tomar uma decisão. Focar em coisas mais saudáveis para “tirar da sua atenção” as coisas autodestrutivas.
Pesquisas mostram que planos do tipo: “Se eu sentir vontade de fazer X, então farei Y” aumentam muito o autocontrole, porque você decide antes de estar emocionalmente envolvido.
Exemplo: Se eu quiser comer por ansiedade, então vou beber água e esperar 5 minutos. Ou vou respirar fundo durante 10 minutos.
O cérebro acostumou com os mesmos “caminhos neurais” e através de novas estratégias e soluções, você vai distanciando do vício e criando novos caminhos para novos comportamentos e fazendo isso de maneira consistente, a biologia muda e por consequência, o vício vai diminuindo com o tempo. É um processo fácil? Não, não é, mas é possível com disciplina, empenho, vontade e determinação.
Ex: (pense no seu vício) quando ele vier com tudo, faça outra coisa… sei lá, vai passear com o cachorro, caminhar no parque, tomar um banho gelado. Fazer uma meditação. Matricular-se num curso. Matricular-se numa academia. Os antigos diziam isso: “mente desocupada, oficina do diabo”, pois é… Isso significa, que seu tempo está muito livre, para você pensar nessas questões… ocupe-se! A vida necessita de equilíbrio. Tudo que transborda, ou seja, que vai além da borda… pode trazer um conflito e muito sofrimento para si ou para os outros. E esse conflito precisa ser ressignificado, reelaborado. Como? Criando novos hábitos, novos comportamentos, novas formas de agir e sentir a vida. Sem isso, não há mudanças. Porque todo vício não é só psicológico, é também neurobiológico, então, você precisa fazer algo para melhorar, o esporte em todos os sentidos para mim, ainda é o mais indicado. Porém , vou deixar aqui, outras opções. Vamos lá…
Eu sou uma eterna aprendiz. Aqui você vai acompanhar meu dia a dia. Sou psicóloga. Eu te vejo, eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim. Criei esse Blog, porque sou fascinada pela poesia e pela psicologia. Gosto de livros, filmes, músicas, autoconhecimento, espiritualidade, conversas que curam e de escrever. No link: Meus escritos, você encontrará meus textos autorais. Jung dizia: ''Quem olha para fora sonha. Quem olha para dentro desperta.'' Rubem Alves também dizia: ''Não haverá borboletas, se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.'' Compartilho aqui os textos que eu gosto, que tocam a minha alma, (“porque tu sabes que é de poesia minha vida secreta”), que façam refletir, questionar, analisar, que traga às vezes, desassossego e às vezes acalento. A informação, a reflexão e o despertar, é o caminho para a busca de sentido. Para que haja cura, é necessário o autoconhecimento e uma autoanálise. Sou casada há 24 anos e sou mãe de um jovem adulto. Quem quiser entrar em contato comigo, meu e-mail é: criszingaro@uol.com.br Saudações fraternas e paz a todos!