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sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Você não está atraindo dor porque merece dor. Você está repetindo padrões que foram aprendidos muito antes de você perceber…

Amores, essa é uma continuação da postagem do dia 11/12. Resolvi falar mais sobre esse assunto… Vem! 😉

Ouço muita gente dizer: “Dei amor e só recebi dor, ingratidão, desprezo e abandono”.  

Primeiro, sinto muito que alguém esteja passando por isso.
Vou dar aqui uma resposta psicológica e esclarecedora, sem diagnóstico, apenas uma compreensão profunda baseada em teorias reconhecidas (como Jung, psicodinâmica, teoria do apego e psicologia contemporânea). Vem! 

Por que alguém que “oferece amor” acaba atraindo dor, desprezo e abandono?

Essa é uma experiência muito mais comum do que parece, e geralmente não tem a ver com falta de valor, mas com padrões emocionais que se repetem sem que percebamos.
A psicologia explica isso por alguns caminhos principais:

Padrões de apego formados na infância

Segundo a Teoria do Apego (Bowlby, Ainsworth), nossas primeiras relações emocionais moldam como nos conectamos na vida adulta.

Se você viveu:instabilidade, rejeição, pouca segurança emocional, pais indisponíveis emocionalmente, pode ter desenvolvido um apego ansioso ou evitativo.

Isso cria padrões como: tentar “merecer amor” dando demais; aceitar migalhas emocionais; sentir que precisa se esforçar para não ser abandonado(a); se conectar com pessoas frias, distantes ou incoerentes, porque isso parece familiar, mesmo sendo doloroso.

Você não escolhe conscientemente essas pessoas, é o padrão que busca o que é conhecido.

 “O inconsciente repete o que não foi curado.” (Jung)

Jung dizia: “Aquilo que não enfrentamos retorna como destino.”

Isso significa que você pode tentar, sem perceber, recriar experiências emocionais antigas na esperança inconsciente de “consertá-las”.

Se abandono ou desamor foram parte da sua história, seu inconsciente pode: atrair pessoas emocionalmente indisponíveis, interpretar desinteresse como desafio, confundir intensidade com amor e tentar ser “salvador(a)” emocional de alguém.

Não é culpa sua, é um mecanismo psicológico automático.

Muitas pessoas que “dão muito amor” na verdade: não colocam limites, têm medo de desagradar, aceitam comportamentos prejudiciais, priorizam o outro para evitar rejeição,, deixam sua própria necessidade de cuidado por último.

Isso não é amor, é apego ansioso + medo de abandono + idealização.

E pessoas que não sabem amar de forma madura, tendem a buscar parceiros(as) exatamente assim, porque não precisam crescer emocionalmente.

Talvez você carregue crenças como: “eu preciso me esforçar para merecer amor”; “o problema deve ser eu”; “se eu der mais, serei valorizado(a)”; “ninguém fica por muito tempo”. Percebe algumas dessas crenças acima? 

Crenças assim, não são verdadeiras, mas moldam escolhas afetivas.

Limites frouxos atraem pessoas que não querem compromisso. Quando você dá demais e pede de menos, isso tende a atrair pessoas que: querem validação, mas não reciprocidade, gostam de ser cuidadas, mas não cuidar, evitam envolvimento real.

Pessoas capazes de amar de forma saudável buscam relacionamentos recíprocos, não relações em que tudo vem de um lado só.

O cérebro confunde adrenalina com amor.

Relações dolorosas ativam: insegurança, expectativa e  ansiedade, além de desgaste emocional.

Pode parecer contraditório, mas esse ciclo libera dopamina de forma irregular, criando uma sensação viciante que pode ser confundida com paixão.
A nossa mente então cria um vício emocional.

O ponto central é: você não está atraindo dor porque merece dor. Você está repetindo padrões que foram aprendidos muito antes de você perceber.

E isso é totalmente possível de transformar.

O que começa a romper esses padrões: Reconhecer seu valor sem depender do outro.

Aprender limites emocionais.

Escolher parceiros(as) pela consistência, não pela intensidade.

Investigar padrões de apego e história emocional.

Entender que amor não é sacrifício, é reciprocidade.

Quando você muda seu padrão interno, suas escolhas externas mudam também.

Agora, quero ir mais a fundo e entrar na abordagem de Jung. 

Qual seria a função dos relacionamentos? Despertar a nossa consciência. 

Dentro dos relacionamentos, todos tendem a fazer projeções, uns mais e outros menos. Tudo vai depender do conhecer a si mesmo. Olhe para as suas próprias qualidades, atitudes e defeitos. Avalie o que deu certo e o que não deu, para isso, será necessário um mergulho nas águas abissais do seu próprio ser. Olhe para o seu presente, mas também reveja o seu passado. Com o tempo vivido, seus relacionamentos precisam melhorar e não piorar, pois também vamos nos aperfeiçoando como pessoas e se não estiver sendo assim, reflita sobre isso… 👇

Vou explicar o que costuma acontecer. Vem comigo… 

O que significa “dar amor e receber dor” na psicologia de Carl Gustav Jung?

Para Jung, quando alguém oferece amor sinceramente e recebe dor em troca, isso não é apenas um problema de relacionamento, é um fenômeno psicológico profundo que revela dinâmicas inconscientes, padrões herdados e aspectos da personalidade que ainda não foram integrados.

Segundo Jung, isso significa essencialmente três coisas:

A pessoa está amando a partir da sua “criança ferida”.

Jung dizia que grande parte das nossas escolhas afetivas não vem da parte adulta e consciente, mas do que ele chamava de complexos, especialmente o “complexo materno/paterno”.

Quando você ama esperando ser vista, reconhecida ou cuidada, mas recebe dor, esse padrão geralmente está ligado a: carências da infância, feridas emocionais antigas, sensação de não ter sido amada o suficiente, tentativas inconscientes de “consertar” o passado através dos relacionamentos.

Para Jung, repetimos o que não foi curado.

Ou seja: você não está recebendo dor agora, você está revivendo uma dor antiga.

Você projetou o seu amor e sua luz na pessoa errada. 

Um conceito central de Jung é a projeção.

Quando amamos profundamente, projetamos no outro qualidades internas que ainda não reconhecemos em nós mesmos: bondade, força, cuidado, sensibilidade, devoção.

Jung dizia: “O que nos atrai no outro é algo que deixamos de ver em nós mesmos.”

Quando a pessoa não corresponde ou fere você, na verdade ela está devolvendo: a ilusão, a fantasia, a parte sua que você colocou nela.

Por isso, o outro não “te tira algo”, ele apenas não consegue sustentar a projeção que você fez.

E isso dói.

O relacionamento ativou sua “sombra”.

A “sombra” em Jung é tudo aquilo que não reconhecemos em nós, mas que nos afeta profundamente.

Quando você dá amor e recebe dor, isso significa que o vínculo tocou: inseguranças, sensação de abandono, medo de rejeição, baixa autoestima, necessidade de validação, dependência emocional.

A dor não vem só da pessoa,
vem do encontro com partes suas que você evita ver.

A pessoa age como um espelho.

Você ama com o coração, mas escolhe com o inconsciente.

Para Jung, a escolha do parceiro nunca é racional.

Nós atraímos exatamente o tipo de pessoa que vai: desafiar nossas feridas, revelar nossos padrões ocultos, confrontar nossa sombra e obrigar-nos a crescer.

Se você deu amor e recebeu dor, isso não significa que você ama errado.
Significa que está atraindo pessoas que: confirmam crenças antigas (“não sou suficiente”, “tenho que merecer amor”), espelham traumas não resolvidos, repetem padrões familiares.

Jung diria que você está presa em um ciclo arquetípico, não por culpa, mas por inconsciência.

O inconsciente está te pedindo evolução.

Para Jung, a vida não usa palavras, usa experiências.

Quando você recebe dor no lugar do amor, isso é um chamado para: mudar padrões, fortalecer a autoestima, integrar a sombra, curar a criança interna ferida e fazer escolhas mais conscientes.

Ele chamava isso de processo de individuação: o caminho para se tornar quem você é, e não quem aprendeu a ser para sobreviver emocionalmente.

A dor é o começo do despertar.

O próprio Jung dizia:

“A dor é sempre um guia para algo que precisa ser compreendido.”

E também:

“Não há despertar de consciência sem dor.”

Quando você deu amor e recebeu dor, isso não é o fim, é o início de um movimento interno.

A dor te empurra para a: autoconsciência, autonomia emocional, clareza, cura e a autodignidade.

Você está sendo chamada a amar melhor a si mesma, para só então amar melhor o outro.

Então, pense nisso, pois, de acordo com Jung, “dar amor e receber dor” significa que: você está revivendo feridas antigas; está projetando partes suas no outro; sua sombra foi ativada; seu inconsciente está pedindo cura; o parceiro está revelando algo sobre você, não roubando algo de você; a dor é um convite à individuação.

No fundo, Jung diria que: O sofrimento só aparece para te libertar de um padrão que você não percebeu conscientemente.

Eu sei que é profundo, complexo, vasto… mas quem disse, que se relacionar com alguém seria fácil? E muitas vezes, achamos que as coisas estão desmoronando, mas na verdade, estão se encaixando. Confie no caos, ele pode apenas estar reorganizando tudo aquilo que estava fora do lugar. Caio Fernando Abreu tem uma frase que gosto bastante: “E quando você menos espera, a vida te vira do avesso, e você descobre que o avesso, é o seu lado certo.”
Vou ficando por aqui.  Bjs 😘

Fiquem com Deus! Ótimo fim de semana! ❤️

P.S.: desculpe a letra e os parágrafos desordenados. É que hoje estou sem internet no meu bairro, e estou fazendo as postagens pelo celular. Vocês ficaram sabendo do ciclone que passou pela cidade? 

Muitos falam da TPM, mas quase ninguém fala do TDPM (Transtorno Disfórico Pré-Menstrual). Vem comigo… 😉

 

Olá meus amores! 🫶🏻Essa postagem de hoje está mais voltada para as mulheres, mas os homens também deveriam entender sobre esse tema, para serem mais cuidadosos com as suas parceiras… pois nem tudo é o que parece. Muitas mulheres sofrem com o TDPM. E podem apresentar nessa fase: choro constante, tristeza, melancolia, sofrimento significativo, irritabilidade, depressão e ansiedade. Os hormônios estão naquela gangorra sobe-desce, desequilibrando tudo e  contribuindo para todos esses sintomas. O corpo está reagindo de forma amplificada às oscilações de estrogênio e progesterona. Para algumas mulheres, o cérebro é especialmente sensível a essas mudanças, e isso afeta neurotransmissores como serotonina e GABA, que influenciam humor e ansiedade.

O TDPM (Transtorno Disfórico Pré-Menstrual) é como uma tempestade emocional muito mais forte do que a TPM comum. Não é frescura, nem exagero; é uma condição real que muitas mulheres enfrentam, e que pode transformar alguns dias do mês em um labirinto bem pesado. Seria uma TPM só que em um nível pior, mais intenso. E muitas mulheres confundem esse transtorno com a TPM. 

Aqui vai o retrato mais claro:

É um transtorno relacionado ao ciclo menstrual em que as mudanças hormonais provocam alterações intensas no humor. É classificado como um transtorno depressivo, porque a tristeza e a irritabilidade podem ser profundas o suficiente para afetar trabalho, estudos, relacionamentos e rotina.

Os sintomas: eles surgem geralmente na semana antes da menstruação e aliviam nos primeiros dias do sangramento. Entre os mais comuns:
• tristeza pesada, como se o mundo ficasse sem cor
• irritabilidade que chega sem bater na porta
• sensação de descontrole emocional
• ansiedade forte
• dificuldade de concentração
• cansaço extremo
• alterações no sono e no apetite
• sintomas físicos da TPM, só que mais intensos, cólicas, choro e desesperança;

Não é falta de força emocional. O cérebro simplesmente reage de maneira mais sensível às flutuações hormonais. É uma mistura de biologia, genética e funcionamento neuroquímico.

Se, quase todos os meses, você sente que esses sintomas tomam conta a ponto de atrapalhar sua vida, e depois passam como se alguém tivesse apertado um botão, vale investigar. O diagnóstico é clínico: geralmente um profissional pede que você registre seus sintomas por alguns ciclos.

Existem caminhos eficazes, e muitos tratamentos:
• acompanhamento psicológico
• mudanças no ciclo com anticoncepcionais
• antidepressivos em dose contínua ou apenas na fase pré-menstrual
• ajustes de rotina, sono e alimentação
• exercícios leves e coisas relaxantes para aliviar o estresse;

Cada corpo responde de um jeito, mas há alívio possível.

Se essa postagem fez sentido para você, então está na hora de agendar uma consulta médica com o ginecologista ou psiquiatra. Eles poderão te orientar. Ninguém precisa ficar sofrendo todo mês, nessa fase da vida! 

Bom dia meus amores! Um lindo dia para todos! 

Bjs, se cuidem!❤️

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Quando alguém se envolve com pessoas “erradas”… O que podemos perceber?

 


Quando alguém se envolve repetidamente com pessoas inadequadas, isso não é azar romântico, nem dedo podre, como alguns gostam de comentar, nem maldição e também, ninguém jogou pedra na cruz… rsrs É um movimento psicológico profundo, quase subterrâneo, em que partes da mente tomam decisões antes que a consciência possa interferir. O comportamento visível é só a superfície; o que importa está nas correntes internas. Ou seja, é uma dança de forças internas que, sem serem percebidas, guiam e movem escolhas afetivas.

Aqui estão os principais motores desse padrão:

Vínculos aprendidos, pois a mente humana não escolhe o que é bom; escolhe o que é familiar. Se o primeiro mapa afetivo da pessoa foi marcado por amor instável, imprevisível ou ambíguo, o corpo inteiro passa a reconhecer esse padrão como “o normal”.
O que deveria soar como alerta acaba soando como lar.
A escolha do “errado” é, muitas vezes, a escolha do conhecido. E na família, acontece a mesma coisa, se foi criada num ambiente disfuncional, onde brigas, desrespeito e discussões eram constantes, esse tumulto todo passa a ser natural e bem familiar. Então, tudo isso pode influenciar nos relacionamentos. Os padrões familiares podem se repetir, sem a pessoa perceber que está inserida nesse ciclo desregulado.

Há um mecanismo chamado compulsão à repetição: a pessoa volta ao mesmo tipo de vínculo tentando, inconscientemente, recriar a antiga dor para enfim resolvê-la.
É como se dissesse silenciosamente:
“Desta vez alguém parecido com quem me feriu vai me tratar bem, e aí eu curo aquilo que ficou preso lá atrás.”
Mas a psique escolhe justamente quem não pode cumprir essa promessa, perpetuando o comportamento.

Baixa autoestima, a percepção de valor próprio não nasce de frases positivas, mas de experiências sensoriais, como: ser acolhido, ser visto, ser respeitado, ser emocionalmente nutrido. Sem isso, a pessoa passa a acreditar que amor é algo que se conquista à força, que pouco é o bastante, que ser maltratado faz parte do pacote. Assim, tolera migalhas achando que são banquetes.

Quando o sistema de apego é ansioso ou desorganizado, relações tranquilas parecem insípidas e nonsense. O corpo se acostumou com adrenalina emocional, portanto, associa sinais ambíguos e medo de perda, a uma espécie de “prova de paixão”.
A pessoa confunde intensidade com profundidade e acaba buscando parceiros emocionalmente indisponíveis ou instáveis, porque eles ativam o drama ao qual ela já se habituou.

Alguns aprendem que só terão lugar no mundo se forem: o cuidador, o consertador, a salvadora, o que aguenta tudo. Há uma percepção distorcida.
Esse papel se cristaliza e atua como um filtro: só passam pessoas que se encaixam nessa dinâmica. E então, o “errado” às vezes é o único que permite que esse velho script continue rodando. Para que a pessoa se sinta bem, confortável e útil, pois só nessa condição, se sente “reconhecida, vista e importante”.

O medo da intimidade verdadeira, pois, algumas pessoas emocionalmente indisponíveis funcionam como barreira protetora.
Quem teme ser visto por inteiro, teme depender, teme entregar vulnerabilidade, teme vínculos profundos, então, pode “escolher” alguém que nunca estará totalmente presente e disponível. 
Dessa forma, a relação nunca aprofunda o suficiente para não ameaçar essa defesa.

Em resumo, repetir ciclos com pessoas inadequadas é um reflexo de estruturas internas que ainda não foram reorganizadas.
Não aponta para falta de inteligência, e sim para uma história emocional acumulada que molda escolhas silenciosamente.

Quando a pessoa começa a enxergar esses mecanismos, ela pode recalibrar o próprio radar afetivo.
A repetição perde a força.
E o que antes parecia destino começa a virar escolha.

Será que você se identificou com alguma delas? 

Em termos psicológicos, envolver-se repetidamente com pessoas inadequadas é um sintoma, não uma identidade. Com clareza emocional, terapia, novas experiências de vínculos, mudanças de crenças, autonomia emocional, amor-próprio e autoconfiança, a bússola interna pode reajustar-se e apontar para encontros mais gentis, equilibrados e saudáveis. É como trocar um mapa antigo por um que, enfim, leva a territórios onde o coração possa respirar em paz. 
É claro que esse assunto é bem vasto e complexo, aqui só falei de algumas questões, mas há outras e para descobrirmos a fundo, é preciso uma terapia para mergulharmos nessas “águas internas” que são as nossas emoções e alguns padrões de comportamentos que se repetem, para enxergar com clareza o que está por trás de todo esse enredo psíquico.
Bjs, vou ficando por aqui! 🫶🏻

“Você é superação, por todas as vezes que caiu e levantou, que sofreu e deu a volta por cima, que tinha todos os motivos para desistir e não desistiu… Apesar de todas as coisas que aconteceram de ruim contigo, você continua… se mantém positivo, bondoso, cheio de luz… Você é superação, porque você não sabe ser de outro jeito. Ainda bem.” (Victor Fernandes)

 

“As despedidas fazem parte, mesmo que pareça que levaram uma parte de nós. Você sente como se alguns pedaços seus estivessem faltando, mas isso é seu corpo e o seu coração te dizendo que há um processo de reconstrução em andamento. A gente perde uma parte nossa para abrir espaço para outras partes surgirem. O vazio que elas deixam é momentâneo. O tempo vai fazendo cicatrizar e florescer. Nenhuma despedida é em vão, porque a vida sempre lembra de trazer alguma coisa boa para ocupar esse lugar.”

Victor Fernandes, do livro: Coisas que preciso te dizer hoje 📖

Ouvir alguém profundamente é oferecer um chão seguro para que a alma caminhe descalça…

Quando somos escutados com paciência, nossas dores deixam de ser labirintos e se tornam trajetos compreensíveis, permitindo que encontremos um passo seguinte que antes parecia inexistente.

Nem sempre precisamos de respostas. Às vezes, só de sermos ouvidos com atenção por alguém, algo lá dentro de nós começa a se curar. Escutar é acolher sem julgar. É permitir que o outro se manifeste com suas dores, sentimentos, emoções, dilemas, anseios, inquietações e verdades.

Negligência emocional é como viver numa casa onde as paredes existem, mas ninguém acende as luzes. Há teto, há rotina, às vezes até há carinho prático, mas falta o calor invisível que confirma: “suas emoções importam, estou aqui”.

Ela aparece quando sentimentos são ignorados, diminuídos ou tratados como incômodos. Crianças que crescem nisso aprendem cedo a engolir tempestades, a acreditar que pedir afeto é exagero, a virar especialistas em funcionar no escuro. Adultos carregam isso como um eco que não se escuta, mas se sente: dificuldade de identificar o que se sente, medo de incomodar, sensação de vazio mesmo em relações estáveis.

Alguns sinais comuns:

Você se acostuma a não falar sobre o que dói.
Recebe respostas vazias quando tenta se abrir com alguém.
Sente que precisa ser “baixo volume” para ser aceito.
Cresce com a sensação de que emoções são detalhes dispensáveis.

A boa notícia é que esse padrão pode ser reescrito. Relações acolhedoras, terapia e o treino paciente de nomear emoções podem acender novas luzes que antes pareciam impossíveis. Se quiser, posso te ajudar a reconhecer sintomas, entender impactos ou pensar em caminhos de cuidado.

Quando surgir um sentimento desconfortável, diga mentalmente:
“Isso é real.” e “Não sou errado por sentir isso.”
Essas frases funcionam como pequenos alicerces internos. Simples e eficazes. Isso chama-se: validação. E você precisa conversar mais consigo mesmo e se validar. Sentir e analisar tudo o que acontece a sua volta, te dá uma força e dimensão do que acontece dentro de você. Jamais deixe de escutar os seus sentimentos.

Alguns pedidos para conexão com o outro ajudam. Comece por pedidos bem simples, como: “Pode me ouvir por dois minutos?”  “Preciso de companhia enquanto faço X coisa.” “Algo me deixou desconfortável hoje; posso te contar depois?” Isso cria espaço seguro sem exigir exposição total.

Tenha pelo menos uma pessoa de confiança para conversar, quando precisar. Liste três pessoas que costumam responder com acolhimento. Você não precisa se abrir profundamente com todas. Basta saber onde existe retorno emocional. 

Muita gente acha que autocompaixão é um abraço na própria alma, um acolhimento… e sim, pode ser isso mesmo. Seria ser gentil consigo mesmo… aceitar a própria vulnerabilidade entre: errar, cansar, falhar e poder recomeçar, sem tantos julgamentos rígidos. Tudo isso mora no mesmo condomínio humano onde todos nós vivemos. Na verdade, é mais parecido com isso… Pergunte-se: “Se alguém que eu gosto estivesse vivendo isso, o que eu diria?” Com certeza você seria mais empático e compreensivo com o outro. E por que não é com você mesmo? 
Repita essa fala para si, isso muda o tom interno aos poucos.

Escreva uma carta, contando ao seu “eu de antes” o que faltou e o que você entende agora. Esse tipo de escrita libera enorme pressão interna; é como tirar pedras invisíveis do caminho.

Quando uma pessoa se sente realmente ouvida, algo dentro dela se reorganiza. Surge uma respiração diferente, mais ampla, mais leve. O que antes era nó começa a se desfazer. Uma boa escuta não elimina sofrimentos, mas ajuda a iluminá-los por dentro, como se cada palavra dita abrisse uma pequena fresta de compreensão. É nesse movimento que se esconde a potência terapêutica da escuta: ela não impõe caminhos, só acende as lanternas que permitem enxergá-los.

Oferecer esse solo acolhedor é um gesto de humanidade. É reconhecer que todos carregam histórias que, quando encontram um ouvido atento, deixam de pesar tanto. E talvez seja isso que torne a escuta profunda tão transformadora: no instante em que alguém se permite caminhar descalço por dentro de si mesmo, nasce uma liberdade silenciosa, e esse é o primeiro passo para qualquer cura. Não é apenas a partilha de palavras que importa, mas o gesto de permitir que outro ser humano atravesse a nossa névoa interna. Quando alguém se expressa com sinceridade, algo invisível se desloca e o peso que antes parecia imóvel encontra espaço para se reorganizar. Quando uma pessoa é recebida com empatia, abre-se uma chance real de transformação. Afinal, muitas vezes, o que salva não é uma solução miraculosa, mas a simples certeza de que alguém está ali, disposto a escutar o que antes parecia impossível de dizer…  

Escutar profundamente alguém é aceitar que cada ser humano carrega um universo silencioso, e que, ao abrir espaço para esse universo se pronunciar, algo valioso se transforma em nós também. O chão seguro que oferecemos ao outro, acaba se tornando o solo onde nossa própria humanidade se firma. É assim que a conversa se torna um lugar, e a presença, uma forma de cuidado. 🫶🏻

Vou ficando por aqui. Bjs ❤️

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Essa geração me surpreende a cada dia… Às vezes eu fico observando essa geração de 20 e poucos anos e vejo tanta lucidez, coragem e maturidade…


Costumo observar a geração atual de vinte e poucos anos como quem encontra um livro recém-lançado e percebe que as páginas já vêm sublinhadas. Há neles uma prontidão curiosa, uma espécie de consciência antecipada que contrasta com o ritmo mais lento que marcou a minha juventude. Enquanto nós tateávamos o mundo como se fosse um quarto escuro, muitos deles entram já acendendo interruptores.

O cenário em que cresceram talvez explique parte disso. Foram moldados por crises sucessivas, por debates intensos e por uma avalanche constante de informações que obriga qualquer um a desenvolver filtros internos muito cedo. É como se tivessem aprendido a fazer triagem emocional e intelectual antes mesmo de decidir que caminho seguir. Não é simples viver assim, mas essa pressão acaba lapidando um tipo de maturidade que, no passado, só aparecia depois de alguns tropeços.

Ao mesmo tempo, há algo poético nesse amadurecimento precoce. Eles carregam vulnerabilidades expostas, falam de sentimentos com menos receio e tratam temas complexos com uma leveza que não diminui sua importância. Não se escondem tanto atrás de máscaras. É um modo diferente de crescer, com espinhos e flores brotando quase ao mesmo tempo.

Ainda assim, não vejo essa juventude como “melhor” ou “pior” do que a minha. São capítulos de uma mesma história, escritos com tintas diferentes. O que me chama a atenção é a forma como eles transitam entre certezas e dúvidas, equilibrando responsabilidades com sonhos, como quem aprende a dançar numa ponte estreita.

Talvez, a maturidade deles seja fruto de um mundo que já não permite passos distraídos. E mesmo assim, conseguem caminhar com uma força tranquila, dando a impressão de carregar dentro de si um relógio que bate no tempo certo, mesmo quando tudo ao redor insiste em se adiantar.

O cenário em que cresceram os obrigou a desenvolver esse olhar atento. Isso produz uma geração que aprende a se posicionar cedo, que entende seu papel no coletivo e que consegue transformar inquietações em propostas, mesmo quando tudo ao redor parece exageradamente ruidoso.

Há também um traço que chama atenção pela sensibilidade. Muitos jovens de hoje tratam temas delicados com uma franqueza que parecia improvável décadas atrás. Falam de saúde mental sem esconder cicatrizes, discutem identidade sem pedir licença, expressam fragilidades sem se desculpar. Essa abertura cria ambientes mais humanos, onde a vulnerabilidade não é sinal de fraqueza, mas de presença.

Apesar disso, não se trata de idealizar a juventude contemporânea. Eles também enfrentam pressões intensas, expectativas infladas e uma constante sensação de urgência. Mas o modo como transformam essas tensões em novas linguagens e novas formas de estar no mundo revela algo admirável: a capacidade de reinventar o próprio futuro enquanto ele ainda está sendo construído.

Por fim, o que mais impressiona na geração de hoje é essa combinação rara de coragem e lucidez. Uma energia que não se limita a seguir o fluxo, mas tenta redesenhar o caminho. Uma juventude que, mesmo atravessando tempestades, carrega dentro de si o impulso de soprar novos ventos.

“Quando o outro oferece o silêncio para ferir ou para punir, escolha o silêncio também, aquele que significa fim, não retaliação.”

Há acontecimentos que podem marcar uma etapa da vida, o silêncio punitivo é um deles. Ele destrói tudo o que foi construído durante uma relação.

A destruição causada pelo silêncio punitivo é profunda porque atinge a confiança. E gera muitos gatilhos durante a vida. Uma relação pode sobreviver a discordâncias, a falhas e até a tempestades, mas dificilmente sobrevive ao enigma cruel de quem escolheu silenciar e sumir. É nesse gesto que tudo o que foi construído perde a consistência, desmorona. Memórias trocadas, planos feitos, promessas compartilhadas. Tudo dissolve, sem que uma única palavra seja dita.

Há relações que acabam com discussões; outras acabam com portas fechadas na sua cara com o silêncio punitivo deixando uma marca particular: a certeza de que o outro preferiu desaparecer em vez de enfrentar a verdade. E essa escolha diz mais do que qualquer discurso. Diz que a maturidade faltou. Diz que a responsabilidade afetiva foi abandonada. Diz que o vínculo não era tão importante e forte quanto parecia. Diz que tudo o que você fez pela relação foi em vão. 

Quando o silêncio vira punição, a etapa que se encerra não é apenas a da relação. Encerra-se também a ingenuidade de acreditar que afeto sobrevive sozinho. Nasce a consciência de que aquilo que se construiu com diálogo pode ser destruído pela ausência dele. E, paradoxalmente, é dessa dor que surge uma nova força: a capacidade de se afastar do que não te escuta, do que não nutre, do que não te apoia, do que nunca te considerou, e principalmente, do que te apaga para se sentir maior.

O silêncio punitivo machuca, mas esclarece muita coisa. E às vezes, esclarecer é o que falta para que a vida siga para um capítulo mais íntegro. Para aqueles que te  deram o silêncio, dê a sua liberdade… A partir disso, o silêncio que você oferece não é castigo e nem vingança ou orgulho, ou ego… é despedida daquilo que um dia te diminuiu profundamente. 

Ninguém perde por querer dar amor, mas para aqueles que escolheram te dar o silêncio, dê a sua ausência. Não por egoísmo ou vingança, mas por saber se priorizar e se amar incondicionalmente… Infelizmente, nada voltará a ser como era antes. É impossível voltar a confiar em quem um dia te fez enxergar muitas coisas. Não dá mais para “desver” o que foi visto e o que foi sentido.

O que aprendi com o silêncio punitivo…

O que aprendi com o silêncio punitivo não veio em forma de lição suave. Veio como um choque lento, desses que dão tempo para perceber cada rachadura. Descobri que quando alguém escolhe se calar, não é apenas a conversa que morre; é a dignidade da relação que desmorona. Palavras podem machucar, mas a ausência delas, quando usada como arma, corrói silenciosamente tudo o que antes parecia seguro. Aprendi que tentar decifrar o silêncio do outro é entrar em um labirinto onde o único mapa é a dúvida. E a dúvida é um veneno que se espalha rápido. Em poucos dias, já não sabemos se fizemos algo errado, se somos insuficientes ou se o outro apenas encontrou uma forma conveniente de fugir para não dar explicações do que fez ou deixou de fazer.  Aprendi, também, que esse tipo de silêncio não fala da minha falha. Fala da imaturidade alheia. Fala da incapacidade de lidar com conflitos, da dificuldade de assumir responsabilidades, do medo de se mostrar com verdade. Fala de alguém que prefere a ausência ao diálogo, porque a ausência não exige coragem. Mas a maior aprendizagem foi outra: percebi que não posso salvar sozinho uma relação que alguém abandona em silêncio. Não posso reconstruir pontes enquanto a outra pessoa derruba colunas. E não posso continuar me diminuindo para caber no espaço reduzido que o silêncio punitivo cria.

Hoje entendo que o silêncio que devolvo não é retaliação. É proteção. É o encerramento respeitoso de um ciclo que já não tem mais chão. É a decisão consciente de não aceitar migalhas emocionais. É a escolha de caminhar onde existe resposta, presença, doação, dignidade e reciprocidade. Aprendi a dar valor e a priorizar, quem me prioriza também…

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

“Ao dia que nasce, um pedido: Que ele nos apresente caminhos onde possamos encontrar a coragem que move, a luz que guia, o amor que transforma e a fé que cura!” (Rita Maidana)

 

“Quando eu aprender como é que se faz tudo direito. Como não tropeçar, não ficar triste, não perder, não falhar, não errar. 

Te conto, divido contigo. 

Prometo.

Por hora estou na estrada... 

Do meu jeito, ouvindo, vendo, sentindo...

Exercitando o que chamam de experiência, vivência... Ainda aqui, tentando absorver com mais clareza os temas da vida... 

Cada vez mais consciente de que tombos e arranhões fazem parte... 

Caio e levanto. Falho mas insisto.

Sigo...”

 Rita Maidana

domingo, 7 de dezembro de 2025

“Tem loucuras que a gente só faz com muita maturidade.” (Cáh Morandi)

 


“Mas, afinal de contas, quem pode dizer o que é melhor? Não se reprima por ninguém e, quando a felicidade bater à sua porta, aproveite a ocasião e seja feliz.”

Haruki Murakami

Bom dia meus amores! Hoje eu só quero sombra e água fresca… rsrs 

Ótimo domingo! ❤️

sábado, 6 de dezembro de 2025

Adoro uma baladinha e fazia tempo que não íamos em uma… ❣️





Essa baladinha é 40+, claro que a partir dos 18 anos pode entrar, mas é mais frequentado pelos 40+, pelo tipo de música que toca… ou seja é só música boa e na noite são 3 bandas de rock que se apresentam e a primeira começa às 22h, então tem que ter pique e disposição. Mas quando a gente vem, curte bastante. É claro que só vamos nos dias de rock nacional,  rock internacional e Dj. Porque a moçada de hoje em dia quer saber mais de outros tipos de músicas, como por exemplo, funk, pagode e sertanejo, com algumas exceções. 
Beijos, fiquem com Deus! 😘

📍Rusbé, Santos
Querem sentir um gostinho? 

“Isso de querer ser exatamente aquilo que a gente é ainda vai nos levar além.” (Paulo Leminski)


“Meu coração é fã de detalhes, gentilezas e coisas simples… 
É necessário encontrar o equilíbrio de ser uma boa pessoa e não se prejudicar sendo uma boa pessoa. Saber impor limites, saber dizer não, saber o que merece seus esforços, saber, principalmente, ter respeito por você. Se a sua bondade te deixa numa situação ruim, não vale a pena… Perder, em muitos casos, não é derrota, é abrir espaço para novas possibilidades, é resgatar a alegria e o desejo de mergulhar em novos oceanos.
Faça tudo que você puder para sempre estar em lugares onde te valorizam, te respeitam, têm noção do quão incrível você é e realmente se importam contigo e com sua presença. Projetos, sonhos, lugares, relacionamentos. Fique onde tem energia boa, paz e conexões saudáveis. Permaneça onde existe possibilidade real de construir algo bom, de viver algo real e de encontrar as coisas que você merece de verdade. É isso que combina com você.”

Victor Fernandes

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

“A mudança não é dolorosa. A resistência à mudança que é.” (Buda)

 

Essa frase acima, de Buda, tem feito muito sentido para os meus dias atualmente…

Me perguntaram de onde eu tiro tanta energia, porque hoje eu já pedalei 20 km e fiz uma aula de musculação e outra de hiit. Gente, eu preciso exercitar o meu corpo… a menopausa está batendo na porta, e mesmo me exercitando quase todos os dias, controlando a minha alimentação (eu como de tudo, mas não exagero nos carboidratos), estou tirando algumas coisas que eu gosto, e mesmo assim, a balança não sai do lugar… eu confesso que estou ficando com medo… eu nunca tive uma relação muito legal com o meu corpo e tá ficando cada dia mais complicado manter o meu peso. Depois dos cinquenta, tudo desanda! Para os mais novos, um conselho, se for começar, comece já… Eu andei escorregando nessa parte, já era para eu estar me esforçando mais, desde o ano passado. Então, eu não vou ficar parada. Minha energia e disposição não tem nenhum segredo, eu acordo cedo, mas às 23h já estou dormindo. Eu não durmo tarde. Às 21h já estou na cama, de pijama, assistindo minha série favorita ou lendo meu livro, para relaxar, pronta para dormir e confesso, que tem dias que eu não passo nem das 22h. Por isso acordar às 6h-6h30, é uma sensação muito boa, porque eu durmo a noite inteira. E acordo já no 220, sem despertador. Só costumo dormir bem mais tarde na sexta-feira e no sábado. 

E eu ando gostando de me exercitar, virou um hábito. Mas no começo foi difícil, como tudo na vida. O mais importante é não procrastinar e seguir… um passo de cada vez. Hoje em dia, quando eu não posso me exercitar, o corpo sente falta. Eu não penso em ser atleta, eu só quero tonificar os meus músculos, regular meus hormônios e manter meu peso corporal… 🚴🏻‍♀️ Eu nunca tive que lutar tanto com o meu peso como agora… realmente, envelhecer não é nada agradável. E temos que repensar nossas escolhas e posturas. Eu não gosto de engordar, então eu preciso me mexer para tentar levar uma vida menos estressante, porque estar acima do peso, já me deixa desconfortável. Eu não estou acima do meu peso, graças a Deus, mas não é por isso que eu vou me descuidar ou não me esforçar. Então, faço o que eu posso para me sentir bem comigo mesma! 😉 E  exercício físico regula os nossos hormônios. Se você já passou dos cinquenta, me conta o que você anda fazendo para não engordar, vou adorar saber! 😉😘

Eu gosto muito desse nutricionista, Felipe Caggiano…👇

https://youtu.be/L-C8aUCy-W0?si=Mm3OBWtrvppRpgFj

Outro dia me perguntaram: se você não tivesse feito Psicologia, qual seria a sua faculdade hoje? Nutrição ou Educação Física, ou Engenharia de Prompt… rsrs 

“Não tem nada mais bonito que essa capacidade da gente se querer bem.” (Matheus Rocha)

 

“Estou preferindo quem me desperta paz, quem me desperta acolhimento, quem me desperta mais paciência. A vida já anda corrida demais para ter por perto quem desperta gatilhos, quem perturba, quem bagunça o peito que lutei para arrumar.

Paz. Não quero nada além de paz. Paz no amor. Paz nas amizades. Paz nas escolhas. Paz nos recomeços.

Paz. Um milhão de vezes paz. Nada mais.”

Matheus Rocha

Bom dia! Pra hoje, que Deus cuide de cada detalhe da nossa vida! Abençoado seja o nosso fim de semana! ❣️ Eu só quero que o dia comece bem e termine melhor ainda! 🫶🏻 Vamos animar? Quem gosta dessa? Eu já fui ao show deles duas vezes… ❣️

https://youtu.be/xQrSg9QFYuM?si=s3U_ixMGYWuc6RfX

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Não se engane: em algumas pessoas não há consideração de verdade, mas, um agrado conveniente; um conforto. Entre alguém gostar de você e gostar do que você faz, há uma diferença gritante. Porque quando você deixa de fazer; você já não serve mais.


“Se você não tivesse onde morar hoje, quem te acolheria? Se você se perdesse em algum lugar na madrugada, quem iria te buscar? Se você ficasse doente, quem iria te visitar na sua casa ou no hospital? Se você precisasse de alguém para desabafar, quem te ouviria e te daria apoio? E se não tivesse o que comer, quem dividiria o prato contigo? Quem é que vai estar do seu lado quando você mais precisar? Não ande com pessoas que estão com você só nos momentos bons, por conveniência… mas ande com aqueles que estão com você no bom e no ruim. Os que são de verdade, não te abandonarão, tenha certeza disso.” 

– Quem estará nas trincheiras ao teu lado? 

– E isso importa?

 – Mais do que a própria guerra

Ernest Hemingway

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Que a vida seja doida, não doída… Bom dia! ❣️



“Homens entendam, nos relacionamentos, as mulheres são recíprocas, não iniciadoras.

Você lidera, ela segue.

Você se esforça, ela retribui.

Você a faz se sentir bem, ela espelha o gesto.

Só assim funciona.

Vocês entendendo isso… tudo flui.

Porque uma mulher amada vira força, vira paz, vira parceria.

Ela floresce quando se sente segura, desejada e respeitada.

Ela dá o dobro quando percebe que não está sozinha carregando a relação.

Mas quando ela precisa guiar, cobrar, implorar,  ensinar ou mendigar afeto, ela desanima.

E quando desanima… ela se cala.

E quando se cala… ela se afasta.

O segredo não é dominar, é conduzir com maturidade.

Não é controlar, é oferecer presença.

Não é exigir, é inspirar.

Entendam isso, e a relação de vocês muda.

Porque mulher não quer perfeição, quer reciprocidade.

E reciprocidade nasce do que vocês fazem, não do que vocês prometem.”

Berg Martins

Qual é a sua dor? Dor Emocional versus Dor Mental…


A fronteira entre dor mental e dor emocional costuma ser mais uma linha de areia do que um muro de pedra, ainda assim, dá para distingui-las pela maneira como surgem e pelo tipo de tempestade que levantam dentro da gente.

Dor emocional

É o impacto direto das nossas relações, perdas, expectativas, memórias e afetos. Ela aparece quando algo toca nosso coração de forma intensa, um término, um luto, uma humilhação, uma discussão intensa, uma saudade funda.
A dor emocional é afetiva, geralmente ligada ao vínculo, ao significado e ao valor que damos às experiências. Ela pode se manifestar como:
  • aperto no peito, peso ou vazio

  • choro fácil

  • vontade de se recolher

  • sensação de desamparo ou rejeição

Ela é como uma ferida no “território do sentir”: delicada, viva, muito humana.

Dor mental

É mais ligada ao funcionamento psicológico e cognitivo, o “sistema operacional” da mente. Envolve conflitos internos, ruminação de pensamentos, autocrítica intensa, exaustão mental, sobrecarga de pensamentos ou distorções cognitivas. Ela pode se manifestar como:
  • pensamentos repetitivos que não desligam

  • dificuldade de concentração

  • sensação de colapso interno

  • confusão, ansiedade persistente, desgaste psicológico

É como se a mente não parasse. 

Onde elas se encontram? Na prática, as duas costumam se embaralhar: uma emoção ferida pode gerar sobrecarga mental; um desgaste mental pode amplificar emoções. A diferença está na porta pela qual entram:

Dor emocional vem do sentir ferido.

Dor mental vem do pensar sobrecarregado.

O que fazer? 

Acolher o que está acontecendo: não lute contra a dor como se ela fosse um invasor. Ela é um sinal. Colocá-la na mesa, dar-lhe nome e admitir “está doendo” já desmonta metade do seu peso. É como abrir a janela para que o ar parado finalmente circule.

Entender a origem: a dor emocional costuma apontar para algo ferido dentro da história afetiva. A dor mental, para pensamentos e padrões que ficaram rígidos demais. Explorar a causa com perguntas honestas ou com ajuda profissional,  permite tratar a raiz, não só o sintoma.

Cuidar do corpo para aliviar a mente e o coração: o corpo é o palco onde o coração e a mente encenam seus dramas. Sono regulado, meditação, alimentação equilibrada e sem exageros e exercícios físicos criam um terreno mais firme para a cura acontecer. Também regulam todos os nossos hormônios. Repouso… é surpreendente como um corpo descansado desmancha tempestades que pareciam intermináveis.

 Externalizar a dor em vez de aprisionar: escrever, falar, gravar áudios para si mesmo, desenhar… tudo isso tira a dor do labirinto interno e a coloca diante de você, onde pode ser compreendida. O não-dito pesa mais do que deveria.

 Revisar pensamentos que alimentam a dor: quando a dor é mental, ela costuma ser nutrida por crenças rígidas e limitantes: “nunca vou melhorar”, “não sou suficiente”, “tudo vai dar errado”, “ninguém gosta de mim”… Questioná-las e substituí-las por versões mais justas e realistas, afrouxa o aperto. É como soltar parafusos que estavam espremendo sua tranquilidade.

Cuidar do coração ferido com gentileza: é tratar-se como alguém valioso, descansar antes de ficar exausto, dizer não quando necessário, buscar apoio, respeitar limites. Pequenos ajustes cotidianos criam um clima interno onde o equilíbrio gosta de morar.

Conectar-se com pessoas que sustentam relacionamentos saudáveis funcionam como costuras delicadas, seguram partes que estavam se desfazendo. Às vezes, uma única conversa sincera, reorganiza o caos interno.

E por último: buscar ajuda profissional quando a dor fica grande ou persistente, trazendo um sofrimento significativo no dia a dia… Terapia não é sinal de fraqueza, e sim de cuidado estratégico. Profissionais ajudam a mapear padrões, tratar traumas, reprogramar pensamentos e oferecer ferramentas que não precisamos inventar sozinhos.

E a mais importante de todas: dar tempo ao processo, a dor emocional e mental não evaporam por decreto. Elas diminuem com autocuidado, disciplina, paciência, autoconhecimento, autocompaixão e apoio.

A cura é lenta como uma tapeçaria antiga sendo restaurada fio por fio, onde cada ponto devolvido relembra a beleza que sempre esteve ali, apenas adormecida sob o desgaste do tempo.

Se quiser, posso te acompanhar mais a fundo, entender o que está pesado, ou o que você gostaria de transformar. Quer me contar um pouco do que está acontecendo aí dentro? Vem conversar comigo! 😉 Você é força, luz e coragem… acredite! 

Bjs a todos, vou ficando por aqui! ❤️

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Há dias em que levantar da cama já é um ato de bravura, mesmo que ninguém veja… Esse já pode ser um dos sintomas da Depressão…

Quando o mundo perde as cores: uma conversa franca sobre depressão… Vem comigo! 

Há momentos em que a vida parece se encolher. O que antes era hábito vira peso, o que era simples se torna distante, e o corpo caminha como se estivesse atravessando um campo de neblina espessa. A depressão não costuma chegar anunciando sua presença; ela se instala aos poucos, silenciosa, até que o cotidiano perde o contorno.

Apesar disso, ainda existe um grande mito de que depressão é sinônimo de fraqueza ou falta de vontade. Mas ela é, na verdade, uma condição médica complexa, que envolve mente, corpo e relações. Não é “frescura”, não é “fase”, e não desaparece com frases de incentivo vazias. Ela exige cuidado e merece cuidado.

Muita gente passa anos carregando essa dor sem nome, tentando funcionar por dentro de um turbilhão que ninguém mais vê. Às vezes, a própria pessoa não entende o que está acontecendo; só percebe que o mundo foi ficando mais pesado e que as cores se dispersaram.

Reconhecer os sinais é um gesto de coragem: cansaço extremo, perda de interesse por atividades que antes traziam alegria, dificuldade de concentração, pensamentos sombrios que insistem em voltar. Esses sinais não definem alguém, mas indicam que é hora de buscar apoio. Terapia, acompanhamento psiquiátrico e uma rede de pessoas confiáveis podem atuar como faróis.

Falar sobre depressão é uma forma de construir pontes. Cada vez que alguém decide compartilhar sua história, um pouco do estigma se desfaz. Cada vez que lembramos que pedir ajuda é um ato humano e legítimo, abrimos espaço para que outros façam o mesmo.

A depressão não é o fim do caminho, é um trecho escuro dele. E trechos escuros podem ser atravessados com a mão estendida de profissionais, amigos, família e, principalmente, com a permissão de sentir e ser acolhido.

Se você está passando por isso, saiba que não precisa caminhar sozinho. Há caminhos de volta ao sol, mesmo quando tudo parece distante.

Principais sintomas da depressão:

Embora cada pessoa viva a depressão de um jeito, alguns sinais aparecem com frequência:

Tristeza persistente ou sensação constante de vazio.

Perda de interesse por atividades que antes traziam prazer.

Cansaço intenso, mesmo após descanso.

Alterações no sono, dormir demais ou ter insônia frequente.

Mudanças no apetite, comer muito mais ou muito menos.

Dificuldade de concentração, memória prejudicada e tomada de decisões mais lenta.

Sentimento de culpa, inutilidade ou autocrítica severa.

Irritabilidade ou sensibilidade aumentada.

Isolamento social, evitar conversas, encontros e vínculos.

Dores físicas sem causa aparente, como dores de cabeça ou musculares.

Pensamentos sobre morte ou desesperança profunda,  sinal de alerta que exige ajuda imediata.

É uma utopia pensar que só pessoas tristes e que não conseguem levantar da cama estão com depressão… Não! Há muitas pessoas funcionais por aí, vivendo suas vidas e que tem depressão… acordam cedo, vão trabalhar, mas por dentro estão se sentindo vazias, ocas e sem energia suficiente para levar a vida, mas estão se fazendo de fortes, porque outras pessoas dependem dela, e isso é muito triste e comum. Muita gente vive assim, carregando batalhas silenciosas enquanto desempenham papéis, cumprem rotinas e oferecem gentilezas que escondem rachaduras invisíveis.

Essas pessoas costumam ser vistas como fortes, estáveis, “de boa”. Algumas são o ombro de todos, mas nunca encontram onde descansar o próprio peso. Outras, têm medo do julgamento, de preocupar quem amam ou de parecer frágeis. Então empilham gestos de normalidade, enquanto a dor se esconde nas entrelinhas.

É importante lembrar: ninguém é imune à tristeza profunda só porque parece bem. Às vezes, o que falta não é coragem, e sim espaço seguro para que o silêncio possa finalmente se abrir.

A depressão não é o fim, é um período difícil, mas ninguém precisa atravessá-la desamparado e sozinho. Jamais desista de si. Se precisar conversar, estou aqui! 🫶🏻 Toda depressão cria labirintos na mente, mas a terapia, a conversa especializada, constrói saídas. Fiquem atentos aos menores sinais. A depressão silenciosa não é teatro, é sobrevivência, e todo sobrevivente merece apoio. 

Vou ficando por aqui, se cuidem! ❣️ Bjs no coração!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Mentiram para nós, quando disseram…

Mentiram para nós quando disseram que o relacionamento a dois seria uma história com começo, meio e fim bem definidos. Como se houvesse um roteiro universal, desses que se compra pronto, onde basta seguir as instruções para tudo dar certo. Com o tempo, percebemos que não existe mapa: o amor se escreve no improviso, entre o que planejamos e o que acontece apesar de nós. E é justamente aí que mora a graça, no território onde a vida desarruma nossos planos e revela versões nossas que nem sabíamos existir.

Mentiram também quando pintaram o amor como refúgio constante. Ele é abrigo, sim, mas também é espelho. E nenhum espelho mostra só aquilo que gostaríamos de ver. A convivência a dois expõe pequenas rachaduras, hábitos antigos que tentamos esconder, zonas de silêncio que só aparecem quando alguém chega perto demais. E, ainda assim, é nesse encontro desconfortável, que nasce algo precioso: a chance de nos tornarmos pessoas mais amplas, mais nítidas, mais vulneráveis para o outro e mais verdadeiras.

Disseram que o amor exigia concordância, mas a verdade é que ele floresce justamente quando aprendemos a discordar sem destruir ou ofender. Quando o debate vira ponte, e não muros intransponíveis. Quando o coração entende que a divergência não é ameaça, mas convite para compreender um argumento novo e que não é o nosso. E assim, vamos descobrindo, que um relacionamento sobrevive da capacidade de duas pessoas coexistirem com suas diferenças.

Mentiram ainda, quando prometeram que um grande amor basta para nos fazer felizes. A felicidade não vem pronta, é construída como cerâmica: moldada, re-moldada, queimada, às vezes rachada, às vezes refeita. E cada gesto simples e sincero do cotidiano, contribui para isso. São esses fragmentos que sustentam o “nós”, e não grandes gestos cinematográficos.

E talvez, a maior mentira de todas tenha sido aquela ideia romântica de que amar é fácil para quem encontra “a pessoa certa”. A verdade é menos glamourosa e mais humana: ninguém é totalmente certo para ninguém. O que existe é alguém disposto… disposto a aprender, a ceder quando for preciso, a defender a própria essência quando não for, e a caminhar lado a lado mesmo nos trechos em que a estrada parece perder o desenho. É essa disposição, que transforma um encontro comum em algo extraordinário.

E sobre o sexo, depois do casamento? Mentiram para nós que ele diminui. Alguns casais podem vivenciar isso, mas outros, não. Tudo vai depender da química e da vontade da entrega de cada um. Porque há casais que ainda mantém essa faísca acesa. E aqui está a parte que quase nunca dizem: para muitos casais, o sexo depois do casamento se torna melhor, mais profundo, intenso, honesto, menos preocupante com performance ou corpo e mais conectado com sensações, gostos, confiança e entrega. Porque os corpos já se conhecem muito bem, já tem mapa próprio, e isso abre espaço para ousar, rir, experimentar, comunicar-se sem tanta rigidez, pudor ou timidez. O desejo não morre com o casamento; ele morre com o descuido. E renasce com presença. Com os dois criando pequenos rituais que não deixam a relação se apagar. A chama está sempre lá, basta os dois ousarem. 

Por fim, entre tantas mentiras bem-intencionadas, descobrimos uma verdade simples: relacionamento é escolha diária. Não uma escolha pesada, mas uma escolha que se renova como quem abre a porta todas as manhãs e diz “estou aqui, vamos tentar de novo?”. E assim seguimos, construindo um relacionamento que não promete perfeição, mas oferece presença, sentido e um lugar onde o coração pode descansar sem deixar de crescer.

Todas essas “mentiras” que fizeram a gente acreditar são apenas algumas das crenças limitantes que enfiaram nas nossas cabeças. A vida não precisa ser dessa maneira. Tudo pode ser transformado… basta querer. 

Bjs, vou ficando por aqui. ❣️

“Não há lugar para onde correr. As mudanças quando precisam acontecer, sabem como nos encontrar.” (Ana Jácomo)


“Quando a gente troca a perspectiva da escassez pela perspectiva da gratidão, sintoniza outra frequência.  Amacia mais os instantes. Acalma mais a vida. A gente pode ocupar a mente pensando no que não  tem ou ocupar o coração  sentindo os mínimos detalhes da nossa existência que inspiram gratidão. É  questão  de escolha.”

Ana Jácomo 

Vem Dezembro… Que seja leve, abençoado e feliz! 

Bom dia! Uma linda semana meus amores! Que seja maravilhosa, repleta de paz, bênçãos, saúde, amor e alegria, pois nós merecemos!  🥰😘

Créditos

Se for compartilhar, respeite os créditos! Este blog segue a Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998, que protege os direitos autorais, se for copiar, coloque o nome do autor. Muitas das imagens são minhas, outras foram coletadas na internet aparentemente sem nenhuma restrição ao uso público. Caso você saiba de alguma aqui publicada, sem identificação de autoria, ou indevidamente, peço que me informe para eu dar os devidos créditos, ou excluí-la. Obrigada!


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❝Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.❞ (Fernando Pessoa)

❝Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. E então, consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Autoestima. Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou agindo contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade. Quando me amei de verdade, deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama… Maturidade. Quando me amei de verdade, compreendi por que é ofensivo forçar uma situação ou uma pessoa só para alcançar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa (talvez eu mesmo) não está preparada. Hoje sei que isso se chama… Respeito. Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor por si mesmo. Quando me amei de verdade, deixei de me preocupar por não ter tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os megaprojetos do futuro. Hoje faço o que acho correto, o que eu gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade. Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… Humildade. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. E isso se chama… Plenitude. Quando me amei de verdade, compreendi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, é uma aliada valiosa. E isso é… Saber viver!❞ Charles Chaplin

❝A vida decepciona-o para você parar de viver com ilusões e ver a realidade. A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante. A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como “É”. A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer. A vida envia pessoas conflitantes para te curar, pra você deixar de olhar para fora e começar a refletir o que você é por dentro. A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição. A vida lhe tira do caminho e lhe apresenta encruzilhadas, até que você pare de querer controlar tudo e flua como um rio. A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de “reagir”. A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé. A vida tira o seu amor verdadeiro, ele não concede ou permite, até que você pare de tentar comprá-lo. A vida lhe distancia das pessoas que você ama, até entender que não somos esse corpo, mas a alma que ele contém. A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério e rir de si mesmo. A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias para a luz penetrar em ti. A vida confronta você com rebeldes, até que você pare de tentar controlar. A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tapas, até você finalmente ouvir. A vida envia raios e tempestades, para acordá-lo. A vida o humilha e por vezes o derrota de novo e de novo até que você decida deixar seu ego morrer. A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza e comece a servir. A vida corta suas asas e poda suas raízes, até que não precise de asas nem raízes, mas apenas desapareça nas formas e seu ser voe. A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre. A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver. A vida te ridiculariza até você se tornar nada, ninguém, para então tornar-se tudo. A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir. A vida te machuca e te atormenta até que você solte seus caprichos e birras e aprecie a respiração. A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e buscá-los. A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo. A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta… Mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste… até que só o AMOR permaneça em ti. ❞ Bert Hellinger

♫ ❝Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais. Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe... Só levo a certeza de que muito pouco sei ou nada sei...❞ ♫ (Almir Sater / Renato Teixeira)

Vivendo e aprendendo sempre...

❝A gente vai aprendendo que o caminho é mais importante do que o chegar, e que é necessário saber contemplar a paisagem pra escutar o que ela te comunica. A gente vai aprendendo que nem tudo que chega fica, mas que se veio, de alguma forma foi pra nos construir um pouco mais, ainda que na hora nos destrua. A gente vai percebendo, que muitas vezes, é do outro lado da rua que está algo que buscamos tanto, e que, a travessia se faz necessária, apesar de todos os riscos, de todos os prantos. A gente aprende, que um desenho vai muito além do traço e da cor, um desenho são linhas que o coração faz pra formar uma obra final. E aprendi, que o desenho da vida nunca fica igual ao longo dos anos, coisas se apagam, outras se rasuram, outras se acrescentam. Fui aprendendo que pra todo sentimento existe prazo de validade e que só a sabedoria, de mãos dadas com a idade, é capaz de esticá-los mais ou menos tempo dentro de nós. Aprendi a desaprender também, pois fui percebendo que ninguém pode chegar em mim além do que eu mesma permita. Assim, aprendi a esperar menos dos outros, pois vejo como tudo é frágil demais ou sensível de menos. Assim, aprendi a não esperar de alguém que não te alcança no coração, que te ultrapasse com atitudes, pois tudo, exatamente tudo que me proponho a me jogar, tem a altitude que eu escolhi ter. Aprendi "ComSequências" de erros, que se acerta ou se aceita diariamente quem tem como opção simplesmente SER.❞ Lilian Vereza

❝Nessa estrada quero achar gente doce, límpida, verdadeira e disposta. Quero topar com luz, desapego e paz.❞ Caio F. Abreu

O que faz você feliz?

O que faz você feliz?
❝O que faz você feliz? A lua, a praia, o mar, uma rua, passear. Um doce, uma dança, um beijo ou goiabada com queijo? Afinal, o que faz você feliz? Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde, arroz com feijão, matar a saudade. O aumento, a casa, o carro que você sempre quis. Ou são os sonhos que te fazem feliz? Dormir na rede, matar a sede, ler, ou viver um romance? O que faz você feliz? Um lápis, uma letra, uma conversa boa, um cafuné, café com leite, rir à toa. Um pássaro, um parque, um chafariz ou será um choro que te faz feliz? A pausa pra pensar… sentir o vento, esquecer o tempo. O céu, o sol, um som, a pessoa ou o lugar? Agora me diz... O que faz você feliz?❞ Arnaldo Antunes

Espero que você tenha felicidade suficiente para tornar-se doce; provas suficientes para tornar-se forte; dores suficientes para ser um humano autêntico; esperança suficiente para ser feliz, recordando que as pessoas mais felizes nem sempre são as que têm o melhor de tudo.Madre Teresa de Calcutá

❝A gente fica imaginando que a vida haverá de chegar depois da formatura, do casamento, do nascimento, da viagem, da promoção, da loteria, da eleição, da casa nova, da separação, da aposentadoria... E ela não chega, porque a alegria não mora no futuro, mas só no agora.❞ Rubem Alves

❝É um luxo poder desfrutar da nossa própria companhia, em momentos de solidão por opção. Conhecer o que nos faz bem, o que nos completa, o que nos basta. Encontrar respostas no silêncio ou recarregar as energias num banho morno, numa xícara de chá, numa leitura agradável, num filme cheio de significado. Às vezes as respostas que buscamos estão à nossa espera, mas ocupados que estamos com o burburinho do mundo, não damos chance delas virem à tona.❞ Fabíola Simões

❝Para o dia que chega eu abro as janelas da alma e do coração. É assim que a gente se inunda de vida: Deixando o sol iluminar tudo por dentro.❞ Erica Gaião

❝A memória guardará o que valer a pena. A memória sabe de mim mais que eu; e ela não perde o que merece ser salvo.❞ Eduardo Galeano

❝Se eu gosto de poesia? Gosto de gente, bichos, plantas, lugares, chocolate, vinho, papos amenos, amizade, amor. Acho que a poesia está contida nisso tudo.❞ Carlos Drummond de Andrade

❝Conhecer a sua própria escuridão é o melhor método de lidar com a escuridão dos outros.❞ Carl Gustav Jung

❝Em cada um de nós há um segredo, uma paisagem interior com planícies invioláveis, vales de silêncio e paraísos secretos.❞ Antoine de Saint-Exupéry

❝E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.❞ Nietzsche

❝Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer.❞ Sigmund Freud

❝Os delírios verbais me terapeutam...❞ Manoel de Barros

❝Não existe o acaso, nem a coincidência. Nós, todos os dias, caminhamos para lugares e pessoas que nos esperam desde sempre.❞ Judite Dembech

❝Mas é preciso escolher. Porque o tempo foge. Não há tempo para tudo. Não poderei escutar todas as músicas que desejo, não poderei ler todos os livros que desejo, não poderei abraçar todas as pessoas que desejo. É necessário aprender a arte de “abrir mão” – a fim de nos dedicarmos àquilo que é essencial.❞ Rubem Alves

❝Há que ter algum sonho correndo nas veias e um grão de loucura faiscando na alma...❞ Lya Luft

❝Abandone o mau hábito de querer agradar a todos. As coisas grandes, são para os grandes; as profundezas, para os profundos; as delicadezas, para os refinados; as raridades, para os raros.❞ Nietzsche

❝Existem pessoas raras, sentimentos nobres e almas puras... Ainda há sorrisos sinceros, abraços que curam, palavras que cicatrizam. Existe quem ama, sem falar em amor... Ah, existe sim!❞ Layde Lopes

❝Eu não tenho muitas respostas. O que eu tenho é fé. E uma vontade bonita, toda minha, de crescer.❞ Ana Jácomo

❝Não sei... Se a vida é curta ou longa demais pra nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.❞ Cora Coralina

❝Amar é ter um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar.❞ Rubem Alves

❝Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir. Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende. Amigo a gente sente!❞ Machado de Assis

❝Fechei os olhos e pedi um favor ao vento... Leve tudo que for desnecessário. Ando cansada de bagagens pesadas... Daqui para frente levo apenas o que couber no bolso e no coração. [...] Mais esperança nos meus passos do que tristeza nos meus ombros... Mais estrada no meu coração do que medo na minha cabeça.❞ Cora Coralina

❝Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.❞ Chico Xavier

Perseverança...

Perseverança...
❝Dai-me Senhor, a perseverança das ondas do mar, que fazem de cada recuo, um ponto de partida para um novo avançar.❞ Cecília Meireles

Gratidão! ♥ ♥ ♥

Gratidão! ♥ ♥ ♥
❝Quando eu deixei de olhar tão ansiosamente para o que me faltava e passei a olhar com gentileza para o que eu tinha, descobri que, de verdade, há muito mais a agradecer do que a pedir.❞ Ana Jácomo

❝É preciso ter caos e frenesi dentro de si para dar à luz uma estrela dançante.❞ Nietzsche

♪♩ ❝Segura teu filho no colo, sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui. Que a vida é trem-bala, parceiro e a gente é só passageiro prestes a partir...❞♪♩ Ana Vilela

❝Quero apenas cinco coisas... Primeiro é o amor sem fim. A segunda é ver o outono. A terceira é o grave inverno. Em quarto lugar o verão. A quinta coisa são teus olhos. Não quero dormir sem teus olhos. Não quero ser sem que me olhes. Abro mão da primavera para que continues me olhando.❞ Pablo Neruda

❝Se você não puder apreciar a sua própria companhia, quem mais vai apreciá-la?❞ Osho

❝A alma não tem segredo que o comportamento não revele.❞ Lao Tsé

❝Conhece-te. Aceita-te. Supera-te.❞ Santo Agostinho

❝Quantas vezes tentaram adivinhar o que sentíamos, e erraram. Julgaram nossas ações, e erraram. Tiveram certeza sobre nossos propósitos, erraram. O que somos de verdade e o que queremos de fato, só nós sabemos. Só nós. Sós.❞ Martha Medeiros

❝Esqueça essa história de querer entender tudo. Em vez disso, viva, em vez disso, divirta-se! Não analise, celebre!❞ Osho

❝Já sobrevivi a tantas tempestades, renasci de tantos abismos, me reencontrei tantas vezes e mesmo assim penso que não tenho tanta força, mas a verdade é que já superei tantas viagens, tenho acumulada tanta bagagem que recomeçar se tornou meu destino. E assim sigo, florescendo a cada minuto (renascendo de dentro para fora).❞ Vitor Ávila

❝Seja comum, seja simples, seja você quem for. Não há necessidade de ser importante, a única necessidade é de ser real. Ser real é existencial. Ser importante é viagem do ego.❞ Osho

❝Te ama quem: conhece tuas esquisitices. E ainda te olha com o coração.❞ Rita Maidana

❝Eu quando olho nos olhos, sei quando uma pessoa está por dentro, ou esta por fora. Quem está por fora, não segura um olhar que demora.❞ Paulo Leminski

❝E a gente faz. Refaz. Muda de ideia. Volta atrás. Recomeça. Insiste. Fica perdido. Se reencontra. Reinventa as coisas. Troca as bolas. Pede desculpa. Percebe que perdeu. Finge que aprendeu. Esquece a lição. Desacredita. Reduz sentimentos, depois acha que é tolice. Enfia a cara. Faz planos. Acorda dos sonhos. Percebe que há jeito. Se mete em encrenca. Jura nunca mais repetir a dose. Censura a experiência. Atira pedras. Promete melhorar. Alimenta esperanças. Consulta pessoas. Insulta o destino. Reprova a paciência. Lamenta as escolhas. Marca encontros. Chega atrasado. Reclama do destino. Esquece das promessas. Transpira desejos. Corre riscos. Supera traumas. Guarda vontades. A vida mal começa e a gente já fez tudo isso.❞ Ita Portugal

❝Não tenho como levar comigo todas as belezas do mundo... Mas eu presto atenção.❞ Fábio de Melo

❝Sem a música, a vida seria um erro.❞ Nietzsche

❝Sem a música, a vida seria um erro.❞ Nietzsche
❝Música é vida interior. E quem tem vida interior, jamais padecerá de solidão.❞ Artur da Távola

Gratidão pela sua companhia! ♥ Volte sempre!

Gratidão pela sua companhia! ♥ Volte sempre!

Para você desejo...

Para você desejo...
❝Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada. Para você, desejo todas as cores desta vida. Todas as alegrias que puder sorrir. Todas as músicas que puder emocionar. Desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família esteja mais unida, que sua vida seja mais bem vivida. Gostaria de lhe desejar tantas coisas. Mas nada seria suficiente... Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos. Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto, ao rumo da sua felicidade.❞ Autor desconhecido